{arquivo}Os nomes anunciados nesta segunda-feira pelo prefeito eleito Luciano Cartaxo para compor com ele a nova equipe de Governo sinalizam de forma clara que ele resolveu reunir vários valores em torno de um só – a nova fase administrativa com natureza de continuidade, mas atraindo a expectativa de avançar mais.
De cara, ficou claro que a composição passa por respeitar a base político – partidária a partir do PT – vide Luiz Júnior e Kenedy Bezerra, do legado da Era Agra à lá Raimundo Nunes reunindo ainda nomes técnicos das novas gerações, a exemplo do auditor Fábio Guerra na Secretaria da Receita, do advogado Rodrigo Farias e do executivo experimentado Mauricio Burity, este último também um referencial político abrigando neste projeto nomes fora da composição PT-PSB-PPS.
E, olhe, que o PP deve vir por aí com Socorro Gadelha, por exemplo.
Mas, voltando a análise na equipe anunciada se faz importante admitir que há sangue novo na parada mesclada com gente tarimbada – e isto chama-se experiência movida por uma vitaminada operação estratégica em busca de dar sequência com avanços ao projeto hoje representado pelo prefeito Luciano Agra.
A essência de tudo é que Luciano Cartaxo mostra capacidade de articulação política e permite a projeção de um novo clima abrangente, distendido e politicamente voltado para buscar avanços sequenciados nos vários níveis.
Resta ainda acompanhar a cena da Saude, onde Roseana Meira insiste em se manter no cargo, bem como os nomes ligados a Nonato Bandeira – além de Ronaldo Guerra, primeiro mais próximo do vice-prefeito mas, na sequencia, em condição aliada de Agra no jogo.
Em síntese, os primeiros sinais são favoráveis ao novo tempo na Capital.
Voltaremos à análise.