{arquivo}Não pensem que vou exagerar mas, enquanto há tempo e as autoridades possam agir preventivamente, impressiona como a reta final de campanha fez ressurgir a partir de guetos políticos de fácil identificação, à lá Gestapo – a tal Tropa de Proteção à época do Partido Nazista, o maior clima de terrorismo nunca visto em João Pessoa, como se deu nesta quarta-feira de invasão ao Twitter do prefeito de João Pessoa, além de uma onda interminável de invencionices desmedidas contra pessoas de bem desta cidade.
A Justiça pode não ter sido provocada, mas é comum nas rodas sociais da Capital paraibana o comentário freqüente de que centenas de pessoas têm tido seus celulares grampeados ilegalmente, sem até agora ter havido uma única iniciativa do Ministério Público, por exemplo, para identificar e punir esse grave crime cometido contra a cidadania.
A Secretária de Comunicação da PMJP, sóbria e serena jornalista Marly Lúcio, está estupefata diante da onda de terrorismo produzida por militantes partidários que não aceitam as projeções das pesquisas e tentam semear o clima de terror para amedrontar personalidades e cidadãos comuns, exclusivamente e só pela decisão de querer o Poder a qualquer preço.
Não, a cidade com o perfil de João Pessoa não pode aceitar essa impostura que toma conta de setores da Política porque a disputa eleitoral não significa o fim da civilidade, dos bons modos e dos procedimentos legais, por isso alguma coisa precisa ser feita para identificar e punir quem está abusando desses expedientes escusos.
Se investigar firme vai identificar casos e mais casos de pessoas / autoridades, que estão sendo seguidas por militantes da Gestapo moderna por conta da eleição em fase final de processo.
Em sendo assim, Deus nos livre dessa gente retrógrada, insensata e contra-producente porque precisamos de processos eleitorais limpos com debates e procedimentos às claras e não com essa Cultura fascista querendo ressurgir entre nós.
Não, não podemos permitir que, em face de um Poder efêmero numa cidade predominada de Servidor Público, amigos vivam se transformando em inimigos, gente de mesma família se inimizando politicamente por conta de gratificações – tudo produzido por máquinas que servem para transformar humanos em capachos de uma estrutura política atrasada!
Sinceramente, a disputa do próximo dia 7 precisa dar um basta nesta impostura política semeada por quem não sabe conviver com a democracia!
João Pessoa não quer nada disso: busca a paz, a auto sustentação digna para todas as gerações comungando, enfim, com quem gosta desta aldeia com objetivo claro de viver em harmonia.
GESTAPO: O QUE DIZEM OS COMPÊNDIOS
{arquivo}Embora todos saibam, não é demais lembrar um pouquinho o que os meninos da Torre diziam nas escolas públicas do lugar sobre a (com licença da palavra) Gestapo. Sob a administração geral da SS (Tropa de Proteção) era supervisionada pelo Escritório de Segurança do Reich, isto durante o Nazismo puro.
A Gestapo era a garantia do completo domínio da população pelo Partido nazista. Esta polícia funcionava sem tribunal, decidindo ela mesma as sanções que deviam ser aplicadas. Tornou-se célebre primeiramente na Alemanha,e depois em toda a Europa ocupada, pelo terror implacável de seus métodos. A Gestapo representou o arbítrio e o horror das forças nazistas.
Um dos métodos de atuação de seus membros era disfarçando-se de operários e indo “trabalhar” nas fábricas; lá, eles aguçavam os outros operários para uma revolta contra o governo, a polícia secreta passava uma lista onde os operários que estavam a favor assinavam seus nomes. Durante a noite os operários que assinavam a lista recebiam uma visita de alguns policiais fardados e com um botton de um crânio e uma águia de ferro no quepe.
No dia seguinte o operário era substituído por outro, pois ninguém mais o via. O bótom em forma de crânio é a caveira símbolo das SS, ou “totenkopf”, em alemão. Foi inspirada no emblema de guardas prussianos do século XVIII.
A Gestapo também era famosa pelo jogo de “gato e rato” que fazia com todos aqueles que julgava suspeitos. Em outras palavras, jamais prendia alguém imediatamente; mas estimulava suas supostas atitudes subversivas, para pegar não somente um suspeito mas, se possível, todos aqueles que com ele tivessem ligação.
UMAS & OUTRAS
…Clima de muito contentamento na campanha de Cicero Lucena com a chegada do senador Aécio Neves nesta quarta-feira para campanha em Mangabeira.
…Artistas conhecidos como Pedro Osmar gravam para o Guia Eleitoral de Estelizabel Bezerra.
…Ainda repercute muito a entrevista da candidata Tatiana Medeiros no Portal WSCOM, ontem.
…O candidato a vice-prefeito Nonato Bandeira reagiu à indagação sobre encontro seu com Roberto Freire e Ricardo Coutinho com uma sorona gargalhada.
…”Desespero, amigo velho”, arrematou.
…Alexandre Urquiza retorna ao batente nesta quinta-feira. Tem razão em assim proceder.
ÚLTIMA
“Como vai se explicar/ vendo o galo cantar/
sem lhe pedir licença…”