BRASILIA – A vida moderna constrói possibilidades imensas, sobretudo, sobre as novas formas de manifestações que deixam veículos de comunicação e atores das Midias invariavelmente em dialogo com o publico leitor, hoje cada vez mais exigente.
Um desses personagens de conhecimento medido por performance de quem tem Doutorado em Sociologia Politica, aqui mesmo da Paraiba, me faz motivado a dar ampla difusão de suas idéias porque trata da disputa em João Pessoa em alto nível.
Vejamos o que diz o cidadão da praia pessoense com muita convicção, sobretudo porque toma de empréstimo a sabedoria de outro Doutor, Carlos Roberto de Oliveira.
Leiamos:
“Com quatro candidatos fortes é pacífico que o próximo prefeito de João Pessoa será escolhido no 2º turno. Os dois escolhidos passarão com uma votação entre 28 e 32 %.
Assim, a análise da rejeição, no momento, revela simplesmente o potencial do candidato de angariar votos sobretudo para o 2º turno. não sendo fundamental, no momento, para afastar nenhum dos 4 candidatos, uma vez que não são recusados por mais de 60% do eleitorado, índice que, se atingido, o inviabilizaria.
O exame da rejeição nas pesquisas atuais é importante por ser um forte motivo do chamado voto útil ou seja do voto de quem pretende derrotar determinado candidato ou situação. Desse modo a baixa rejeição do candidato LC indica que, se ele passar, para o 2º turno poderia ser o favorito na eleição.
A contrário sensu, a candidata Eslelizabel é prejudicada pela rejeição ao seu padrinho o governador Ricardo Coutinho, que tem x% por cento de ruim e péssimo, percentual que na hora do voto será somado a um contingente dos que consideram o governo regular, uma vez que, estatisticamente, pode-se assegurar que não penderão integralmente para qualquer dos lados.
Com a aprovação do prefeito Luciano Agra de % de ótimo e bom e de % de regular fica claro que a população não deseja mudar o estilo da administração e do administrador. Aí volta Luciano Cartaxo a ser favorecido pelo apoio do atual Prefeito. Os metodos de administrar podem ser o do grupo de Ricardo Coutinho, mas a maneira de administrar é a de Luciano Agra, de quem o jeito de ser de Cartaxo parece estar mais próximo.
Dos candidatos de oposição nos níveis estadual e municipal Cícero Lucena tem um trunfo que se puder usar, certamente, o faria suplantar José Maranhão que é o senador CCL, que atualmente é aplaudido em cerimônias públicas na cidade que já o rejeitou. Estaria Cássio disposto a ajudar Cícero? A resposta é mais para positiva, uma vez que o pleito de 2012 está se mostrando como uma antecipação das eleições de 2014, o que torna Cássio refém das diretrizes partidárias.
Um político jovem e de fututo Cássio não seria apontado a Aécio Neves como o político que não lhe propiciou um palanque amplo na capital da Paraíba, dando oportunidade ao candidato do PT, adversário nacional do PSDB, a se tornar alcaíde da cidade. Realce ainda que CL tem capacidade de arrecdar fundos para financiar a sua campanha mais facilmente do que os seus adversários, até porque, fala-se, que o forte setor da construção civil estaria disposto a com ele colaborar.
Existe um outro Cássio como trunfo importante para essa eleição: o deputado Luiz Couto que, apesar de seus assessores já terem se declarado em apoio a LC, continua resistindo. Mas, como Cássio ele também vai ter a sua obrigação partidária cobrada.
Com o vento atual soprando em favor de LC o apoio de Couto talvez seja o fato suficiente para consolidar a sua passagem para o 2º turno e dar ao PT uma Prefeitura no quintal do governador Eduardo Campos, que luta contra o partido de Couto nessas eleições.
Fontes de BSB informam que a direção nacional vai chamar o deputado para pedir a sua adesão ao parido, de imediato. Mas Couto precisa tomar a decisão já porque pode demorar demais e não ter o mesmo efeito.
