RECIFE – Estar entre a capital pernambucana, Olinda e outros Pólos interioranos deste Estado é ter de forçosamente se deparar com multidões incorporadas de sentimento solidário e respeito mutuo diante de uma organização bem resolvida nhoque tange o papel dos governos e da iniciativa privada.
Primeiro, percebe-se fácil que há de fato harmonia de ações entre os Poderes na concepção organizacional com cada um fazendo sua parte não só assegurando estrutura básica em todos os sentidos (segurança, assistência medica, iluminação, banheiros químicos – mesmo que estes concorram com os postes e paredes, etc).
Visível mais ainda é se deparar com a maquina de auto sustentação das festas, através de grandes patrocinadores permutando investimento localizado com retorno assegurado de consumo ao mesmo tempo empatia do Público consumidor, sem falar da imponência que cada marca constrói no processo.
Tem mais: nesse quesito de investimento, Pernambuco reproduz o mesmo entendimento de que, além de torpor social posto que ninguém segura a onda sem dar evasão a alegria, a Festa é um componente a exigir dos Governos total envolvimento e investimentos financeiros porque há uma cadeia produtiva se beneficiando na sua auto-sustentação.
Em síntese, Carnaval em Pernambuco é sinônimo de respeito forte à Cultura e uma demonstração clara de competência em transformar brincadeira em grande negócios para diversos setores da sociedade, sem contar a super-exposição para o Mundo por ser um Estado perfeito de alegria.
Viva Pernambuco!

