IPOJUCA – PE – O universo paraibano vive um momento estranho, doloroso até, diante da resistência suprema do Mestre Linduarte Noronha convalescendo de enfermidade medonha a levá-lo nos tempos atuais a um quadro muito difícil na sua debilitada saúde.
Há anos que ele resiste, insiste em manter-se entre nós como referência singular no fazer cultural sem alarde, mas cm muita influência no mitier a que ele se dispôs ser Ícone: o cinema.
Se reparar bem, Linduarte extravasou o muro da Sétima Arte quando abrigou na sua trajetória o envolvimento máximo com a preservação da memória tabajara ao se dispor como comandante do IPAHEP a mensurar as primeiras regras da aldeia na obediência e respeito ao nosso patrimônio.
A rigor, Linduarte Noronha sempre se caracterizou na essência como condutor – mor da “terra de promissão”- síntese do significado do filme Araunda, marco no Cinema Brasileiro fazendo – o precursor do que viríamos a conviver depois com a arte inventiva de Glauber Rocha instituindo o Cinema Novo em nossa história.
Ainda lembro dos tempos de DAC – Departamento doArtes e Comunicação da UFPB, em João Pessoa, na turma em que pontificavam Carlos César, Petrônio Souto, Pereira Nascimento, Mercês Camelo, Fátima Frade, Izabela, Rejane Ventura, Ada, Helena, Cida, Viviane, etc – quando alunos de Comunicação tínhamos em Linduarte a expressão do saber sobre o Cinema.
Por essas e outras é que nos revezamos em preces para que ele se mantenha conosco por muito mais tempo, o tempo que Deus definir.
A EXPRESSÃO DO SABER JOVEM
Neste domingo chuvoso, também podemos dedicar parte do tempo ao contentamento pela fase de vida que pessoas como Pablo Forlan Santos experimenta neste dia, dia de seu aniversário.
Como pai, na mesma dimensão que a mãe Maisa, posso testemunhar a alegria de acompanhar o crescimento de Pablo em todos os níveis, pessoal, profissional e empresarial com chances bastante evidentes de muita prosperidade num futuro próximo.
Daí a fé de novos e ótimos momentos à frente. Viva a vida!
ULTIMA
“Dos sonhos/ eu sou o amor…”

