{arquivo}O Reitor da Universidade Federal da Paraíba, professor Rômulo Polari, produziu nesta sexta-feira um dos atos mais importantes no quesito de contribuição imensa para o desenvolvimento sustentável do estado na direção do futuro com a instalação do Instituto de Desenvolvimento da Paraíba.
A UFPB nos devia isso há anos. Não que ignoremos os estímulos nesta direção do conhecimento através de outras instituições, mas inegavelmente o berço primeiro e a potencialidade do ensino de terceiro grau advindo desta instituição não poderia abdicar do envolvimento dela na elaboração desse processo em favor de toda a sociedade.
Há tempos, ainda, devíamos a nós mesmo a convivência com estruturas e meios, a partir dos fatores e segmentos da Economia estadual – distante dos estudos comparados de que tantos nos envolvemos a partir de dados advindos de organismos externos, de outros lugares porque, se se queria desenvolver – se com sintonia fina na direção do futuro, era sim a UFPB quem deveria tomar a iniciativa de criar esse organismo de pensamento e estruturação de meios fundamentais.
Pelo que foi dito na apresentação de todo o escopo organizacional do Instituto, será preciso dominar os fundamentos do Instituto – e isto já acontece, compreender o papel da Universidade como instrumento fomentador do desenvolvimento, afora a estrutura em si do organismo e, por fim, a necessidade de atrair investimentos externos para garantir uma série continuada de estudos a produzir meios de entender e alavancar nossa economia.
Se bem que o Instituto vai além dos fatores basilares da economia porque precisará enveredar por todos os outros segmentos da vida paraibana e suas repercussões no futuro da própria Paraíba e das pessoas sempre pondo a qualidade de vida como fator preponderante, ou seja, meta prioritária.
Na prática, quando começar a funcionar depois de janeiro de recesso, enfim, estaremos dando um passo fundamental na abordagem do desenvolvimento sustentável através de quem tem capacidade reconhecida para que entendamos nossas potencialidades e fraquezas podendo diante deste cenário balizador definir formas de superação e, mais do que isso, colocar de fato a Paraíba no trilho certo de um futuro promissor.
De fato, estamos diante de uma das mais fortes contribuições da vida social e futura da Paraíba, que bem me lembra a grande contribuição dada no passado por paraibanos do tamanho de Celso Furtado e Lynaldo Cavalcanti.
A arte e a cultura envolvidas
O aparato proposto e implantado, através do IDEP – UFPB foca todas as iniciativas capazes de produzir desenvolvimento econômico e social, mas me chamou a atenção o fato de envolver a Arte e a Cultura dentro de uma premissa mais atual, que é a da Economia Criativa.
Não outro caminho, como pode atestar o mestre Gonzaga Rodrigues.
Novo escritório da FAO
Ninguém duvide da rapidez e força do senador Vital do Rego Filho. Nesta sexta-feira, por exemplo, pude testemunhar os contatos produzidos por ele para que a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO), dirigido pelo brasileiro José Graziano possa instalar em João Pessoa, em 2012, um de seus três novos escritórios no Brasil.
Quem acompanha o drama da fome, a importância do alimento na garantia de vida das pessoas e o valor estratégico da FAO no mundo certamente compreenderá a visão futurista do senador em lutar por essa conquista.
A Paraíba precisa se unir em torno desta questão.
ÚLTIMA
“Não diga que eu não levo a Guia/
de quem souber me amar…”