Como fica com a nova fase da SECOM

{arquivo}RIO DE JANEIRO – O ato formal do Secretário de Comunicação do Estado, Nonato Bandeira, de assinar contratos com as agências vencedoras da licitação da Propaganda, recentemente concluída, traduz condição normativa normal mas, mais do que isso, uma nova fase para a comunicação do Governo e um reforço expressivo para o mercado publicitário a envolver veículos de comunicação.

A partir de agora, o Governo dispõe de condições de fazer inserir nas programações normais dos veículos as diversas campanhas já encomendadas.

De cara, a sociedade e o mercado em si vão conhecer na prática o teor da propaganda que explicitará o conteúdo e foco da comunicação formal do Governo Ricardo,além do mais saberemos na prática se a linha a ser adotada é republicana, ou seja, deve envolver todos os veículos ou não – se só será contemplando as empresas consideradas aliadas.

É este conjunto de fatores e o volume dos recursos – R$ 17 milhões a serem renovados até 60 meses – que passa a vitaminar o processo e mercado, através das agências Máxima Três Comunicação, Mix Comunicação, Antares Publicidade, Faz Comunicação, RI Marketing, Artfinal de Propaganda, Real Publicidade e Takes Produção e Publicidade. Elas foram escolhidas em setembro, por meio de concorrência pública.

Diz a norma, entretanto, que as agências não poderão subcontratar outras agências de propaganda para a execução dos serviços previstos. Elas atuarão por conta e ordem da Secretaria da Comunicação do Estado.

Em síntese, é como este reforço conjuntural que o Governo buscará superar o forte desgaste nas relações com a sociedade paraibana.

Vai conseguir só com este instrumento? – eis a pergunta que insiste em não querer falar.

Voltaremos ao assunto, oportunamente.

O que diz a Regra

“De acordo com o edital, as empresas de publicidade se responsabilizarão pela realização de estudo, planejamento, conceituação, concepção, criação, execução interna, intermediação e supervisão da execução externa, compra de mídia e distribuição de publicidade, com o intuito de atender ao princípio da publicidade e ao direito à informação, de promover a venda de bens ou serviços, de difundir ideias, princípios, iniciativas ou instituições ou de informar o público em geral; bem como, o planejamento e execução de pesquisas e de outros instrumentos de avaliação e de geração de conhecimento relativos à execução do contrato”.

O trabalho de Ruth

{arquivo}Fontes de expressão, a partir de Brasília, confirmam à Coluna o encontro das Secretárias de Turismo do Nordeste em Buenos Aires nos últimos dias, neste sábado contando com a presença do presidente da EMBRATUR, Flávio Dino, gerando estratégias comuns para que os turistas do Cone Sul (Argentina, Chile, Uruguai, etc) passem a usufruir mais das belezas naturais, riquezas culturais e gastronômicas dos 9 estados do Nordeste.

É o novo foco da CTI Nordeste, segundo me informou o secretário geral da instituição, operoso Roberto Pereira, que deu um susto danado durante a ABAV quando sentiu-se mal e precisou receber assistência médica no Rio.

Mas, quem brilha por terras argentinas é a presidente da PBTUR, Ruth Avelino, como sempre dinâmica fomentando o turismo paraibano.

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