{arquivo}Quem acompanhou a entrevista veiculada pelo programa “Fantástico”, da Rede Globo, durante a noite do domingo, se deparou com a Presidenta da República, Dilma Rousseff, revelando – se por inteiro. Pela primeira vez, uma emissora de TV percorreu desde o Palácio da Alvorada (residência oficial) até o Palácio do Planalto exibindo a mais importante autoridade do País nos dois flancos: pessoal e institucional.
A entrevista conduzida com elegância pela jornalista Patrícia Poeta mostrou detalhes da relação pessoal da Presidenta na intimidade, desde os hábitos, a alimentação, rotina com a família, etc identificando uma postura coerente comum entre a condição de uma mãe zelosa e a administradora, que não abre mão de cobrar para evitar danos e mazelas.
Quem não gosta, não tolera a silhueta humana da Dilma, pouco pode alterar em termos de pré-conceito que porventura nutram em torno dela, mas independentemente de gosto ou torcida, ficou patente a capacidade e dedicação da dirigente com os rumos do País, a partir das obrigações institucionais do Governo transformando o cotidiano em processo de acompanhamento e cobranças para fazer o Brasil se manter crescendo.
Nos quesitos mais delicados, do ponto-de-vista político, na relação com o Congresso Nacional, ela se mostrou claramente harmonizada com a classe política negando a existência de “faxina moral” contra aliados. Muito ao contrário, reconheceu a necessidade de conviver bem para garantir a governabilidade, embora não abra mão de princípios da moralidade.
A impressão é de que Dilma não age de olho na reeleição fazendo cessões desmedidas como é comum em quem trabalha a sua recondução , mas se credencia cada vez mais como a primeira mulher a governar os destinos do Brasil com zelo comum às mães e avós, que usam da dureza ou da candura dependendo da exigência do tempo.
Por uma série de razões, mesmo abrigando as teses em contrário, a Presidenta cada vez mais prova por A mais B que está preparada para dar o salto adiante de garantir melhores dias às futuras gerações de brasileiros.
Os governadores dizem que não,
mas querem novo Imposto
O governador Ricardo Coutinho andou reproduzindo em entrevistas nos últimos dias que os demais chefes do Executivo estadual não querem criar novo Imposto para subsidiar a Saúde no País.
Conversa boa, essa de negar, mas na pratica todos os governadores sabem que se não houver incremento de dinheiro novo na Saúde esta vai entrar em colapso nos próximos tempos.
O novo Imposto causa urticária entre até aliados da Dilma, mas não há outro caminho, exceto se os recursos do pré-sal se destinem a subsidiar a Saúde.
Umas & Outras
…A Secretaria de Educação está com mais um pepino para descascar. Caso seguinte: desde o inicio da atual gestão que a SED está precisando renovar a Licitação dos derivados de milho com as três industrias vencedoras do certame para garantir a merenda dos alunos no Interior do Estado.
…Ocorre que entre as empresas está a Industria São Braz razão pela qual tudo travou porque chegaram a sugerir um novo processo só com as outras duas, mas eles sabem que é impossível isso acontecer.
…Na prática, os alunos estão sem o alimento por conta da pendenga e/ou relação de crise entre governo e a renomada indústria.
…O produtor Paulo Macedo já não está entre nós. Mas familiares deixaram escapar um desabafo antes de sua morte, que nos incomoda. Ele, como filho do imortal Genival Macedo,criador do “meu Sublime Torrão” queria produzir um evento para celebrar um CD com artistas famosos mas a Secretaria de Cultura negou.
…Lena Guimarães está em ritmo de aquecimento.
…No mercado publicitário, ainda repercute intensamente a não inclusão da ( Idéia, de Lucas Sales, entre as empresas selecionadas.
ÚLTIMA
“Fazei-me instrumento de vossa paz/
Onde houver dúvidas/ que eu leve a fé…”
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