{arquivo}A presença do ex-governador Ronaldo Cunha Lima em São Paulo nesta segunda – feira traduz a sua necessidade de buscar resolver e/ou superar o nódulo no pulmão identificado há dias, cujo tratamento indica a punção no órgão com vistas à conclusão do diagnóstico do que será preciso fazer de agora em diante.
Antes de seqüenciar a análise, uma observação: os ‘experts’ na decifração sobre os mistérios do corpo humano costumam apontar o coração e pulmão como órgãos fundamentais para a vida daí a atenção freqüente de tê-los em bom funcionamento visando significar vida vivida.
A tese serve de preâmbulo para simbolizar que o maior dos “pulmões” produtor de ar permanente em Ronaldo está fora dele: atende pelo nome de Cássio, cuja fase de penúria com a luta para assumir o Senado acaba fazendo o ex-governador irritado com a sensação de que a realidade lhe rende falta de fôlego diante dessa adversidade.
Na prática, contudo, todo o cuidado em torno de Ronaldo se dá agora na crise pulmonar, faz sentido, mas sua cura na expressão plena da palavra só estará plenamente quando a crise de Cássio for resolvida como conseqüência do voto popular e a ratificação do Supremo. É evidente que todos os demais filhos, netos, parentes e em especial Dona Glória têm lugar cativo, só que o caso inconcluso lhe ocupar mais.
Em sintese, enquanto não se resolver a peleja no supremo, a solução será priorizar a saúde do Poeta na parte detectada com problema (o pulmão), entretanto o juízo dele quando pensa em fôlego e estimulo de viver invariavelmente passa pela posse e novas conquistas de Cássio.
É o que dizem os amigos de Ronaldo, todos em preces por sua recuperação.