O silêncio estranho de Efraim

SÃO PAULO – Qualquer cidadão ou cidadã do Vale do Sabugi sabe de cor e salteado :se Efraim Morais estiver calado pode ir atrás que tem “boi na linha”. Só não tem mais do que o cuidado da cunhada Rejane Ventura, agropecuarista de primeira grandeza, nunca dando um pé a mais do que possa quando se trata da Corrida do Laço, em Umbuzeiro, este ano adiado por mais alguns dias..

Por que é que Efraim anda calado? – perguntaria alguém da Fazenda Santa Joana, muito importante em campanha, mas sem um pé de gente famosa como dantes quando se precisava de voto!

Oxente – diria outro morador – como pode o homem viver calado feito estaca diante de tanta coisa acontecendo no meio político?

Efraim, vaidoso e importante, precisou moldar o volume da voz e do ímpeto, porque sem mandato ou poder econômico todo mundo grita do tamanho de quem manda.

Calejado, terminou adotando a máxima matuta, segundo a qual, conforme dizem os meninos da Torre, “o bom cabrito não berra”.


Mas um dia ele vai berrar.

O fato é que o robusto e tamanho alemão de Efraim se mantém com performance pra dentro, como se fora holandês-jogador de basquete, mas sabendo na intimidade de que seus pleitos estão sendo atendidos, mas muito a menos do que Inácio Bento avocava para si, ou seja, fartura inexistente mesmo coma vontade danada do povo.

Deus está vendo!, diria Dida Medeiros – a mais capaz design do mundo empreendedor tabajara, mesmo só pensando em Guilherme, filho e “vara pau”” do tamanho da felicidade da juventude dos Medeiros,que um dia reproduzirá um netinho.


Ah Efraim sabedor!

 

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