O primeiro ensaio tímido do PMDB

Quando o deputado federal Benjamim Maranhão anunciou semana passada o primeiro encontro do PMDB para discutir os rumos de agora em diante a expectativa criada era de que, em face de tantos fatos novos de relevância, a partir de então se teria melhor definido com clareza o rumo do futuro político do maior partido de Oposição no Estado.

Os dias se passaram e a sexta-feira do tal encontro se deu com quorum muito aquém do que se imaginava. Faltaram os “pesos pesados”, mesmo com a presença inquieta do vereador Fernando Milanez, portanto, como se diz no bairro da Torre, “a montanha pariu um rato”. Aliás, registre-se o desempenho acima da média de Milanez.

Agora, debate no PMDB sobre o futuro partidário só tem ressonância se estiverem presentes o ex-governador José Maranhão, o deputado federal Manoel Júnior, os deputados estaduais Gervásio Filho e Trocolly Júnior. Sem essa gente o quorum de qualquer debate interno pemedebista não tem força para realçar.

Na verdade, o partido vive o compasso de espera sobre o futuro do ex-governador Maranhão porque, depois disso, deve se desencadear outros estágios – ai sim de definição mais contundente sobre como tratar a conjuntura,especialmente os governos municipal e estadual (leia-se Luciano Agra e Ricardo Coutinho).

Por enquanto, Benjamim até tem ótima intenção, mas da forma posta pouco acrescentará. Agora é aguardar a próxima peleja.

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