{arquivo}Em pleno domingo de descanso para a maioria, eis que o telefone toca e do outro lado um empresário de comunicação conhecido se apresenta e por modo próprio começa a falar da vida, das coisas até expor sua visão sobre tantos rumores acerca de mudanças de quadro e profissionais em algumas empresas de comunicação de João Pessoa.
De supetão, depois das análises embrionárias, ele destacou: “diversas empresas estão decididas a melhorar e/ou ampliar seu posicionamento de mercado com parte das estratégias sendo definidas pelo Share (audiência) real, cujo reposicionamento tem afetado coincidentemente poucos profissionais tipificados politicamente, embora a base fundamental das mudanças seja a busca de solução para a queda de audiência”.
E acrescentou: “as empresas podem até querer bom relacionamento com o Governo, mas insisto que o critério de rearrumação delas não é político porque, se fosse,por exemplo, os jornalistas Eduardo Carneiro e Sony Lacerda, da equipe pessoal do ex-governador Maranhão , não estariam comandando o jornalismo ao lado de Fabiano Gomes e a produção do Correio Debate, respectivamente”.
Disse mais: “Pelo que me consta, a área de comunicação do Governo sequer definiu sua macro estratégia, mesmo que o fará nos próximos dias, portanto tem muita gente falando de intimidades inexistentes e até produzindo intrigas e instabilidade, mas não é verdadeira a existência de conversas comerciais com as empresas. Cada uma está se reestruturando por conta própria. Agora se quer agradar a alguém, penso que não é por iniciativa desse alguém”.
E concluiu: “há uma tentativa de orquestração e métodos para responsabilizar o novo Governo de influência em atitudes empresariais afeitas ao universo privado de forma irresponsável e inaceitável, embora o próprio tempo se encarregará de desmascarar tantas fantasias”.
Como aparentou certa intimidade oficial, até projetou: “as relações comerciais devem existir na hora certa mas distante de valores mesquinhos e com parâmetros transparentes como exigido pela sociedade”.