Faltando dois dias para o exercício do voto, a Coluna aborda alguns casos da disputa no Senado em outros Estados, que passaram longe de mesmo tratamento na Paraíba, daí o resultado conhecido pelas pesquisas sem aparente grandes mudanças no rumo do processo.
No Ceará, por exemplo, o líder tucano Tasso Jereissati era no inicio da campanha o favorito, em primeiro lugar, em todas as pesquisas alcançando 56% das intenções. Agora, na reta final, já foi passado por Eunicio Oliveira e está disputando a segunda vaga com o ex-ministro José Pimentel com chances do petista vencer a parada.
Em Alagoas, a ex-senadora Luiza Helena começou a disputa disparada feito foguete sem ninguém alcança-la. Veio a campanha e hoje ela está despencando e ameaçada de não ser eleita.
Há inúmeros outros casos, como de Artur Virgilio no Amazonas, etc.
A causa da perspectiva de derrota dos candidatos ao Senado mencionados acima tem a ver com uma questão simples: seus adversários exibiram a exaustão vídeos dos candidatos metendo a pua no presidente Lula.
Na Paraíba, Efraim Morais escapou porque seus adversários não tiveram a mesma capacidade de entender esse fenômeno e perderam a chance de alijá-lo do processo porque nenhuma imagem e/ou vídeo teve a mesma força como nos outros estados.
Eis o resumo de parte da ópera.

