O futuro que se monta agora

Sejamos honestos: está todo mundo querendo sobreviver diante da disputa em curso para isto a prioridade é conquistar o aval do eleitor, mesmo assim não dá para negar que deste processo atual vamos estar diante dos futuros personagens para 2012 (Prefeitura) e 2014 (sucessão de Maranhão).

Este futuro próximo chama-se Perspectiva de Poder.

Para a disputa de João Pessoa e Campina Grande, por exemplo, o resultado adverso para Ricardo Coutinho implicará apostar as fichas em Luciano Agra, leal extremado, visando vê-lo disputando a reeleição sabendo que não é a mesma coisa eleitoralmente.

No PMDB, PT, PTB e outros aliados de Maranhão a fartura é enorme de candidatos. Manoel Júnior, Rodrigo Soares, Nadja Palitot, etc alguns dos nomes certamente a serem lembrados, embora vá depender muito do desempenho eleitoral e político de agora. Certamente que desta feita o PT vai querer agir mais fortemente.

Aliás, pegando o gancho do PT sem duvida nenhuma a eleição de Campina passa pelo partido de Lula porque mesmo tendo Alexandre Almeida, presidente da legenda, será importante entender como as tendências internas vão reagir ao fato do presidente ser aliado incondicional de Veneziano e de Vitalzinho, logo sofrendo a influencia dos dois lideres e na sequencia mexendo fortemente no tabuleiro petista.

A partir deste ambiente superficial agora tratado, o PMDB será o alvo da grande disputa interna mesmo com o nome de Veneziano sendo ungido gradativamente à liderança de menções porque a vitoria previsível de Vitalzinho lhe cacifa muito.

Só que ao lado, casado, está o PT. Sem duvidas, o partido vai querer participar da disputa e não será novidade se como Vice-governador o Rodrigo Soares for forçado pelo partido a disputar o Governo.

Da parte da Oposição, os nomes existentes para João Pessoa e Campina passam prioritariamente por Cícero Lucena e um outro nome Cunha Lima, respectivamente.

Para 2014,entretanto, ninguém segura a possibilidade de Cássio Cunha Lima retomar o projeto de disputa do Palácio da Redenção,sobretudo porque nem Efraim nem Ricardo Coutinho devem ter cacife eleitoral como o ex-governador daí a prevalência previamente posta.

Tudo é um exercício futurista mas que tem tudo a ver, certamente que tem. Em síntese, Campina terá dois candidatos ao Governo em 2014?

Pode ser. Pode ser.

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“O olho que existe/

é o que vê…”

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