O papel das Redes Sociais nas eleições




É fácil de constatar que a maioria dos candidatos aos vários cargos públicos aderiu às Redes Sociais como forma de reforçar suas campanhas junto aos internautas / eleitores estratificados por idade, faixa econômica e cultura, embora até agora não identifique nada que permita considerar no mesmo nível de relevância como foram esses instrumentos para a vitoria de Barack Obama nos Estados Unidos, por exemplo.

Tanto na esfera federal com os candidatos Dilma Roussef e José Serra, quanto no ambiente estadual envolvendo José Maranhão e Ricardo Coutinho dá para enxergar a presença deles no contexto, mas nenhum deles tem desequilibrado a disputa corrente por conta das Redes Sociais.

Ricardo e Serra apostavam nisso mas se depender deste contexto não há supremacia em curso, por isso seus adversários se mantêm na prevalência eleitoral.

Antes, no começo do processo admitia que Serra e Ricardo por serem notívagos e aderentes ao Twitter mais cedo, criaram um sentimento de que poderiam gerar algo especial no confronto com seus adversários, entretanto, no decorrer dos dias foi tamanha a corrida de Dilma e Maranhão em tamanho tal que já não se tem prevalência nenhuma do tucano e do socialista.

É certo que Serra e Ricardo parecem mais ‘compulsivos ao uso das ferramentas mesmo que, ultimamente, o foco deles tem sido o twitter onde, como já disse e repito, seus adversários recompuseram o espaço perdido.

O fato é que não se vê o uso das outras ferramentas como Facebook, Orkut com a mesma dimensão do twitter levando à constatação de que as campanhas estão sendo tocadas pelos candidatos e, sobretudo, dos aliados de todas as candidaturas sem prevalência de ninguém como Case na dimensão de Obama.

Sendo assim o status quo internáutico nada desequilibra logo gera terreno farto para continuar o processo tradicional, onde Dilma e Maranhão estão consolidados na dianteira.

O TSE, o Ficha Lima e Cássio

A decisão do TSE, ontem, de liberar um candidato punido por abuso de poder abre a perspectiva ao mesmo tempo jurisprudencia para que se aplique em outros casos, inclusive do ex-governador Cássio Cunha Lima.

Na prática, o TSE liberou a candidatura de um candidato barrado pela lei da ficha limpa, pois um recurso ordinário do Ministro Arnaldo Versiani, do TSE, deferiu o pedido de registro de candidatura de Wellington Gonçalves de Magalhães ao cargo de deputado estadual (PMN) pelo estado de Minas Gerais. O Ministério Público ainda pode recorrer.

Wellington Magalhães teve o registro negado pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MG), no fim de julho, por ter sido condenado pelo mesmo tribunal por abuso de poder econômico na campanha de 2008. Na época, Wellington Magalhães teve o mandato cassado.

Umas & Outras

…Quem chega acompanhando Michel Temmer neste sábado de atividade no Brejo paraibano e neste domingo na carreata do PMDB é o ex-governador do Rio, Moreira Franco.

…O candidato a deputado federal José Luiz Clerot confirma apoio de segmentos evangélicos reforçando esta fase da campanha.

…O ex-procurador geral Geraldo Brindeiro está em João Pessoa. Almoçou ontem no Gulliver com o advogado Gilberto Carneiro,secretário de Administração daPMJP.

…O vereador Bira anda assumindo as acusações contra o Governo, enquanto Trocolli Junior tem arrefecido as criticas por questoes que considera de influencia politica no TCE.

ULTIMA

“O olho que existe/ é o que vê..

 

 

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