O papel do Radio e TV versus expectativa




Desde ontem que os viciados em política só pensam na próxima fase da campanha sucessória da Paraíba com o horário eleitoral na TV e no Rádio a partir da próxima semana.

Vou mais longe: esta é a etapa do processo no qual o candidato Ricardo Coutinho joga todas as suas fichas crendo, pois é dado a todos o direito de crer, que vai reverter a desvantagem através do famoso Guia Eleitoral.

Na prática, ao depositar tamanha confiança neste instrumento três aspectos acorrem de imediato para análise: primeiro, colocou sobre os ombros de Duda Mendonça toda a responsabilidade possível de seu futuro eleitoral; segundo, espera que sua ação positiva na PMJP seja fator decisivo para reversão e, terceiro vai jogar pimenta (noticias criticas e duras) contra o Governo que chama de atrasado.

Tem outro componente no qual Ricardo faz muita fé, que é o debate na TV.

Por esses componentes expostos haveremos de prestar muito bem a atenção sobre como a PROPEG – a adversária circunstancial do Duda vai inserir o seu candidato, José Maranhão, para fazer frente ao componente realizador de Ricardo, até mesmo no trato das criticas / denúncias e, por fim, dependendo exclusivamente de Maranhão quanto ao seu desempenho nos debates.

Em tese, segundo os especialistas, somente um fato bomba extraordinário (tipo grande denuncia comprobatória de desvio do atual governante) poderia gerar reversão de quadro sabendo – se de antemão que o histórico do governador é de lisura, de não envolvimento com falcatruas.

Ora, se Ricardo aposta suas fichas no gestor realizador certamente que vai se deparar com conteúdo muito forte e à altura de Maranhão, já apelidado de “Mestre de Obra”, se for para o ataque / denuncia certamente que terá o troco no mesmo tom e quanto ao debate cara a cara pela primeira vez Ricardo deve se deparar com um líder político sereno, calculista, com conteúdo e mais experiência no trato dos temas variados.

Em síntese, também em tese, o momento do Horário Eleitoral pode servir para tudo inclusive manter o ‘status quo’.

No mais é querer de Duda Mendonça a condição santificada extrema, algo que, ao contrário, ele não tem, também por ser humano e pecador, dos pecados capitais. Fernando Barros e Alexandre, também baianos, devem saber conter a sanha e os batuques.

As dificuldades de Vital e Santiago

Enquanto Cássio e Efraim Morais jogam o jogo possível, mas de comunhão onde for, a campanha para o Senado de Vitalzinho e Wilson Santiago aparenta estar vivendo de cismas e de mau humor por parte de diversos aliados, a maioria criticando mas sem dizer na frente, na cara, do desprestigio.

O fato é que muita gente anda esperando $olidariedade dos dois candidatos, uns para suas próprias campanhas (deputados estaduais, sobretudo) e outros para ajudar seus candidatos (prefeitos, vereadores, etc).

O problema é que nem mesmo Henrique Meirelles, do BC, consegue conter a inflaçao de preços dos lideres que resolveram dolarizar suas importâncias e, de uns tempos para cá, só pensam naquilo, pois sem aquilo nada anda.

Tem mais um adicional gerador de desconforto: as duas candidaturas de Nildinha e Wilson Filho – algo que Efraim pai enfrentou (a) com seu filho deputado federal, embora neste ultimo caso á haja uma melhor adequaçao.

Seja como for, há ainda ruídos entre aliados dos dois candidatos pemedebistas por isso, ou sentam na mesa e falam a verdade ou pode gerar crise mais séria no decorrer dos dias.

 

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