E se impugnarem Cássio?




Ninguém em sã consciência ignora a liderança do ex-governador Cássio Cunha Lima como mais forte competidor ao Senado, considerado dono da primeira vaga senatorial, em caso de confirmada sua candidatura em caráter definitivo pela Justiça Eleitoral, e não apenas, através de forma jurídico – liminar.

O próprio Cássio e a base jurídica que o cerca, especialmente o ex-ministro Eduardo Alkmin, reverberam com convicção a tese de que ele será candidato, sem dúvidas alguma.

A convicção, entretanto, não elimina no cenário concreto a possibilidade dele enfrentar muitas ações pedindo sua inelegibilidade, a partir do Ministério Público Eleitoral.

É evidente que medidas impeditivas previsíveis também não anulam a perspectiva de Cássio conseguir Medida Liminar, como o STF tem admitido em vários casos, permitindo a elegibilidade para solução definitiva mais na frente quando o Supremo tratar da matéria em caso terminativo.

Neste domingo, contudo, um especialista em Cunha Lima – conhecedor profundo do líder maior, Cássio – aventou a seguinte questão: e se ele não puder sê-lo? E respondeu na bucha ao Colunista: ‘já pensou na hipótese de Silvia?’. Eu disse que não porque via Ivandro na suplência e, em tese, teria mais lógica na construçao dessa hipótese.

O interlocutor insistiu: “mas saiba que Cássio já tem resposta para essa condição e não vejo absurdo diante desta hipótese contestada pelo Grupo que Silvia surja com o DNA e a boa imagem criada na ação dedicada ao artesanato”.

Bom, só sei que a provocação deixou o Colunista com o grilo no quengo, embora considere tudo dentro das inúmeras formas de se vê a realidade política do momento onde tudo pode acontecer, inclusive nada.

Neste caso, vamos indagar à quem de direito, no caso o próprio ex-governador.

Crises localizadas

O deputado federal Armando Abílio não está nada satisfeito com a arrumação final de candidatos a cargos eletivos em 2010 compondo a disputa com familiares podendo atrapalhar a vida de outros competidores.

Ele e outros candidatos, conforme disseram à Coluna, consideram exagerada a dose dupla de Wilson Santiago sendo candidato ao Senado e ainda tendo seu filho a Federal, da mesma forma que Vitalzinho e sua mae, Nildinha.

Ninguém assume, mas o mesmo se aplica ao governador, mas este é outro caso já digerido porque Benjamim era deputado federal.

Ultima

“Nada temer/ senão o correr da luta…’

 

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