No caso nacional, o mérito da escolha está na afirmação do DEM de que o Vice é da sua responsabilidade e, ainda, no fato dele ter sido o relator do projeto “Ficha Limpa”. Outro fator levado em conta foi o Rio como terceiro maior colégio eleitoral.
Mas, mesmo com esses fatores conjunturais a indicação é uma vitoria pessoal do ex-prefeito do Rio, César Maia, e do presidente do DEM, Rodrigo Maia, até porque o indicado foi secretário da Administração da fase Maia.
Neste caso nacional, a vitoria de Cesar Maia é um triunfo de pirro porque leva todo o partido e a campanha de Serra a um grau de reforço zero até porque o Índio, como reproduzindo a historia antropológica, anda esquecido e não apita em nada no contexto nacional, exceto quando se tem política de preservação.
Na prática, a indicação só afunda ou pouco acrescenta no futuro do ex-governador de São Paulo levando – o a vexames como o tempo seguinte mostrará.
O caso Rômulo Gouveia
O convite formulado por Ricardo para ter Rômulo como companheiro de chapa é o retrato da força e influencia de Cássio porque sem esse apoio campinense jamais ele conseguiria sozinho chegar a este patamar.
Revela ainda que Cássio vai optar por Ivandro como suplente de senador e, mais do que isso, o PSDB é quem influi no cenário de Campina.
É evidente que Rômulo tem historia própria, mas sua trajetória inexiste no começo sem os Cunha Lima, especialmente Dona Gloria, daí a força, repito, do grupo.
Quanto à Daniela e Ligia deram demonstração de vida, mas perceberam que quando o quesito é eleitoral mesmo vale quem pesa, no caso o ex-governador.
Desdobramentos
O fato é que a nova conjuntura passa a gerar novos desdobramentos. No caso da Paraiba, o PP e o DT podem rever posições ou não, como diz Caetano.
Voltaremos ao assunto.
ULTIMA
“Bate / bate / bate coração/
Dentro desse velho peito…”
