Está registrado no Tribunal Regional Eleitoral, segundo o instituto DataVox: se as eleições para o Senado fossem hoje o senador Efraim Morais e o deputado federal Vital Filho estariam rigorosamente empatados na disputa pela segunda vaga com 20,1%. O deputado federal Wilson Santiago apareceria com 11%.
Abstraindo qualquer tentativa de querer desqualificar a pesquisa, ou seja, tomando por base a aferição correta de campo, o fato e que o resultado passa a preocupar seriamente o senador Efraim porque incide em admitir que há um estacionamento nos índices em seu favor diferentemente do que ocorre com Vitalzinho.
O que se vê é que, se a exposição negativa da imagem do senador ainda não triturou sua trajetória totalmente, mas não atrai valores positivos, senão pelo que tem de contencioso eleitoral construído ao longo dos anos.
Este cenário precisa ser examinado ainda pelo prisma das grandes cidades, especialmente João Pessoa e Campina Grande porque dependendo desses números a projeção de viabilidade ou não se cristalizará de agora em diante.
O fato é que os dois nomes do PMDB expostos no momento, Vitalzinho e Wilson Satiago, começam a entrar no jogo pra valer, sem ignorar que as aferições continuam mantendo Cássio em patamar de liderança.
Tem muita água para rolar, mas esta a leitura deste momento.
A preservacão fundamental e os excessos danosos
Felizmente, o Mundo tomou consciência de vez da necessidade imperiosa de respeitar e zelar pela cultura ambiental seja onde for, daí a relevância advinda de campanhas educativas e de atitudes de ONGs e dos próprios Governos nos níveis federal, estadual e municipal cada vez mais rigorosos.
Aplico a despretensiosa tese ao que anda acontecendo há anos com um empreendimento arrojado de um grupo de empresários paraibanos para erigir na Ponta o Cabo Branco um resort que se desconfigura como se apresenta atualmente da beleza paisagística desde que a obra foi embargada sob o argumento de que atrapalhava a vegetação da área.
De fato, em algum tempo de nosso futuro as instancias preservacionistas, os governos em seus status relativos e a justiça, penso assim, precisam se posicionar sobre a questão uma vez que manter a ambiência esquelética da forma em que se encontra é depor muito mais.
Ora, antes de qualquer juízo de valor, se faz indispensável fazer com que as regras, as normas legais sejam respeitadas – e estas a parte mais afetada, no caso os investidores na área – têm se disposto há anos a cumprir com as determinações, mas há visível predisposição de transformar o empreendimento em espécie de “boi de piranha exemplar’ para oferecer o entendimento de zelo ambiental quando politicamente se verá que existem valores mesquinhos por trás da proibição da forma posta.
E isto precisa ser encarado, mais dia menos dia pelas instâncias envolvidas, especialmente a Justiça como ambiência que dirime dúvidas e oferece a normalidade institucional, porque não dá mais para punir aleatoriamente uma ação empresarial que se presta a fomentar nossa economia se dispondo a se adequar aos rigores da lei.
Se for assim, quando é que se terá coragem de se assumir a defesa de um empreendimento a merecer no futuro a inserção da paisagem definitiva de um lugar que é belo e dentro de si abrigará outra jóia em conformidade com a ambiência do Cabo Branco!
Sou xiita, confesso, em defesa intransigente por tudo o que significa a cidade de João Pessoa, mas não posso ignorar a necessidade de compatibilizarmos respeito ambiental com as normas legais em favor do bem coletivo. No meu modesto entendimento, o Flat Cabo Branco não enfeia nem perturba nosso patrimônio, aliás agrega.