O fato mais auspicioso é que, conforme pesquisas continuadas, o governador Maranhão se mantém na dianteira, portanto, com favoritismo diante do ex-prefeito, Ricardo Coutinho, que já esteve na dianteira e hoje não consegue resgatar o favoritismo.
Ora, se as pesquisas como do IBOPE dizem isso, o que pode estar por trás dessa realidade? A primeira das constatações é que, diferentemente, do que se presumia em tempos atrás Ricardo não tem indivualmente densidade eleitoral no estado como em tese construiu
O fator mais forte da pesquisa, contudo, acumula o governador Maranhão na dianteira mesmo que, diante do discurso de velho e ultrapassado dito por Ricardo, tem aprovação pessoal além dos 60%, ainda do governo em quase 80% somando-se ao regular e vence fácil Ricardo na aferição espontânea por mais de 18% de diferença – onde o eleitor se posiciona sem ser estimulada ao voto.
Ora, se isso é verdadeiro, está explicado que Maranhão recompôs o comando do processo enquanto administrador e líder político na proporção inversa
A pesquisa ponta, pelo menos em termos atuais, para o entendimento de que o eleitor não quer mudança nem Ricardo oferece estimulo para uma alteração de rumo na Paraiba, apesar de seu discurso acre contra a velhice e conduta de Maranhão. Na pratica, diz a aferição, nada disso atrapalha o senso da sociedade em querer manter-se da forma em que está.
Em síntese, o resultado do IBOPE revela Ricardo Coutinho enquanto condutor estadual de sua campanha um personagem muito aquém do posto que almeja, visivelmente irritando aliados hoje dos quais é refém porque, longe de meia dúzia de incentivadores do âmago irreal, na prática ele esta vendo que é menor do que sua vaidade pleiteia e, mais do que tudo, vive longe de ser a liderança que a Paraíba precisa.
Egoista, egocêntrico, inábil, centralizador, desconfiado, mau humorado e sem visão exata do que é a Paraiba, Ricardo desconstrói o que fez
É como se ele dissesse a si mesmo: ‘preciso perder, sofrer, para entender a lógica humana da vida sem ascos”.
Sendo assim tudo fica para mais tarde ou nunca mais.
Aguardemos o Senado
Um dado muito importante a ser revelado pelo IBOPE diz respeito aos números para o Senado, já pressupondo que Cássio está na dianteira.
Na pratica, qual o tamanho dessa vantagem e como está Efraim e os competidores em potencial.
Isso tudo explica outras coisas.
A dependência dos Cunha Lima
Os novos números sepultam de vez o ar arrogante de Ricardo de que manda, quer e pode indicar o (a) vice de acordo com sua intuição. Na pratica a intuição se transformou em dependência porque a partir de agora quem vai indicar o vice é Cássio e este será Ivandro Cunha Lima.
Ivandro é um elemento diferenciado porque, diferentemente do que diz Ricardo, trata-se do personagem mais querido dos Cunha Lima, portanto, somaria (ou soma) muito mais.
Só que, presunção e/ou condição presumida de líder do processo aponta o pré-candidato querendo Daniela, mas esta não tem a densidade eleitoral de Ivandro, mesmo sendo nome ascendente.
Em síntese, também na vice Ricardo não tem escolha.
“A pressa é inimiga da perfeição…”