A BAND insiste em se dispor a jogar o jogo da imprensa democrática plena oferecendo aos domingos, tarde da noite, o “Canal Livre” como uma das poucas opções de valor amplo de conteúdo, como se deu com a entrevista especial colocando no centro do debate a presidente da Caixa Econômica Federal, pernambucana Maria Fernanda, por ser a instituição também responsável pelo PAC – maior programa do Governo Federal.
De forma simples, didática e esclarecedora a dirigente exibiu números e relatórios de atividades mostrando sem arrodeios o avanço concreto que a CEF convive desde 2003 em diante quando
De fato, há um salto qualitativo na forma com que a CEF resolveu estabelecer seus vários programas/produtos de fomento à habitação brasileira, da mesma forma que ao conjunto dos atores da construção civil em patamares extraordinários apontando um novo PIB nacional com dois dígitos isso gerando escassez de mão-de-obra no pais.
É compreensível a escassez porque se há alta demanda de serviços na construção obviamente começa faltando profissionais na cadeia produtiva.
Lembro de recente conversa com a ex-governadora Wilma Faria reclamando da falta de trabalhadores para dar conta aos serviços no Rio Grande do Norte, algo que tem acontecido em outros estados.
Um outro exemplo de como a CEF tem ampliado sua qualidade de serviços está no Simulador Habitacional, este mês com mais de 12 milhões consultas feitas no Brasil facilitando ao cidadão brasileiro instrumentos de acesso ao crédito como nunca se viu na relação capital / cidadania.
Trocando em miúdos, a presidente Maria Fernanda aproximou-se mais do setor produtivo, tanto quanto dos cidadãos em busca de crédito com uma sistemática de fazer inveja a países de ponta no capital como Estados Unidos e Alemanha.
Como diria os meninos da Torrelândia, é assim que se faz.
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