Quando Vitalzinho disse me por telefone, ontem, que estava impactado com as dificuldades enfrentadas pelo advogado Vital do Rego em plena UTI no Hospital Santa Joana, em Recife, disse cá com meus botões: ao que parece o mestre Vital está se despedindo de nós.
Hoje (terça-feira) de manhã, antes de embarcar para Brasília, chega a confirmação: Vital do Rego nos deixou fisicamente para sempre.
É dor doida e sentida mais por quem dele usufruiu na intimidade familiar ou fraterna.
Vital do Rego leva consigo a sapiência exagerada do saber jurídico motorizado pela capacidade verbal de interpretar para leigos os ensinamentos catalogados pelos grandes nomes do mundo do Direito.
Sua verve solta mais parecia cachoeira invadindo terra a dentro com a sequência dos benefícios à própria terra, como se mal comparando fosse a construção da sabedoria do rio que corre em direção ao mar.
Vital era assim o veio tênue de água que surgindo frágil se transformava no decorrer dos momentos em grande extensão, como um rio de proporção do São Francisco até desembocar no mar.
A sabedoria de Vital do Rego no mundo Direito era assim: ia brotando, brotando até transformar-se em libelos nos Tribunais.
Que Deus o tenha para sempre, embora para parcela dos que ficam em terra perdure a responsabilidade de perpetuar seus ensinamentos.
Última
O nome / a obra imortaliza…
