RIO DE JANEIRO – Nem só de bons resultados vive o Governo Maranhão neste início de ano, que vai exigir muito da equipe para chegar ao intento maior no campo político do governador José Maranhão, ou seja, conquistar a reeleição no embate eleitoral deste ano, hoje contra Cícero Lucena e Ricardo Coutinho.
A impressão que passa para a opinião pública é de que, conforme exposição da mídia, há um volume enorme de projetos e ações nos diversos municípios do Estado a impactar o futuro próximo e isto é verdadeiro precisando, entretanto, de acompanhamento freqüente da equipe de auxiliares na execução das coisas, pois do contrário os prazos não são cumpridos.
A rigor, o Governo Maranhão tem um grupo considerado de primeira linha pela demanda e exposição de suas Pastas diante de uma outra quantidade de assessores mais lentos e de resultados não tão ágeis quanto precisa o governador.
Aliás, obstante a importância dos fatos administrativos terem prevalência, não se pode ignorar os bastidores da Política em si formatada pelos agentes políticos, no caso senador, deputados federais, estaduais, prefeitos, vereadores e lideranças de municípios governistas segmento esse que, volta e meia anota-se queixas permanentes de auxiliares do Governo.
A mídia não divulgou mais até ontem já foram anotadas duas reuniões do núcleo político do Governo com a bancada aliada na residência do deputado estadual Gervásio Filho, Líder situacionista na Assembléia Legislativa, ultimamente andando muito calado, a exemplo do que fazem outros atores, como a querer mandar recado ao Governo de insatisfações localizadas.
Ora, sem o apoiamento aberto e engajado certamente que o Projeto de reeleição do governador sofre abalos e se prejudica porque sem a tropa de choque o Governo não consegue avançar politicamente de forma nenhuma.
Seja como for, como dizem tanto os meninos da Torrelândia, há problemas, sim, no Governo, na relação com auxiliares de primeiro escalão a exigir solução antes que vire problema crônico.