As lições extraidas da crise da interdiçao

O afastamento definitivo do engenheiro Antonio Gualberto da SUDEMA fruto da crise motivada com sua decisão de interditar a Estação Ciência Cabo Branco motiva várias reflexões sobre pontos básicos de relavância produzidos nesse affair.

O primeiro e mais forte foi o reparo imediato do governador José Maranhão porque o ato do diretor da SUDEMA soou mal na sociedade.

Maranhão reagiu de pronto, censurou publicamente, logo ela já não tinha mais moral para continuar no cargo que exercia com conhecimento de causa já que é um dos melhores técnicos na área.

Só que, eis então o segundo ponto: o governador não titubeia em corrigir para avançar nos seus projetos mesmo sacrificando aliados. Age assim quem quer se superar nos erros e buscar acertar com esmero diante de cenários de embates futuros.

Na sequência da leitura, Maranhão mostrou-se reciclado porque fosse do tempo épico da ranzince teria fincado pé na crise, apoiaria incondicionalmente seu auxiliar e o povo que explodisse.

O governador fez diferente: rendeu-se ao apelo popular e aliou-se à sociedade mostrando estar reciclado para conviver com adversidades e superá-las com atitudes fortes e rápidas.

É este novo manequim que poucos, muitos menos Ricardo Coutinho, imaginavam conviver com o filho de Beja que, para alcançar seus objetivos, e disciplinado, decidido, sabe mexer as pedras e tem fôlego de jovem mesmo com a sabedoria dos tempos acumulados.

Eis um pouco do que ficou da nova estação política presente

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