Via WSCOM tomamos conhecimento de que a turma aliada do deputado federal Luiz Couto ainda se dispondo a produzir mais zoada em torno das eleições no PT para colocar gosto ruim na vitória incontestável do deputado estadual Rodrigo Soares. Quer denunciar desmandos na campanha limpa a olhos nus.
Das ações postas no curso da vida recente partidária esta é a mais expressiva anti-conduta para quem se forjou e construiu toda sua trajetória no debate e nos resultados, alguns de vitórias outros de derrota. Isso faz parte do jogo democrático.
Não sei porque cargas d´água, mas ainda hoje pensa na disputa de Barack Obama quando seu competidor, John MacCain, tomou a iniciativa de cumprimentar o vencedor e solidarizar-se diante dos novos desafios.
Contestar é um direito de todos, mesmo quando somente se aprecia ou se admite tal conduta quando se está, deveras, diante de anormalidades brutais, de desmandos mesmo.
Não é esta a realidade do PT, que apesar de ter registrado uma participação parecida com a de 1999, até assim o partido rejuvenesceu no abrigo da militância, menos quando a cultura do retrocesso faz moradia na cabeça dos retrógrados travestidos de democratas.
Tudo bem que espernear faz parte, mas não com intuito pré-deliberado de afundar o PT numa história de crise inexistente porque a lição das urnas não admite mais a mesquinhez e retrocesso provido de sentimento pequeno, diferente da grandeza da militância e do partido em si.
Luiz Couto suja sua trajetória de democrata se não souber na vida politica entender que o jogo jogado por ele e Rodrigo foi limpo com as mesmas fichas das quais usadas pelo presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara Federal na relação com a estrutura da Prefeitura de João Pessoa comandada por Ricardo Coutinho.
Sejamos francos: às vezes é preciso se mancar porque a vida passa e o mau humor só gera desconforto e tristeza sentimentos que o PT hoje os tens bem distante.
No caso de agora em diante o partido se prepara para novos embates nos quais não comportam a contramão.
Fala sério!