A Greve, a Proposta e a realidade

Na vida pessoal ou coletiva, se há um quesito indispensável como parâmetro este chama-se bom senso. Sem tirar nem por é este valor subjetivo de grande força nas relações humanas que está sendo invocado novamente neste momento da greve legitima dos delegados e policiais civis do Estado.

Num mundo em que a participação deste segmento social se apresenta cada vez mais indispensável e fundamental, é claro que a sociedade da mesma forma que os governos precisam tratá-los de forma diferenciada porque lidam com a própria vida.

A propósito, temos sabido da manutenção do diálogo entre as partes depois de reestabelecida a natureza das conversações, por isso as áreas financeira e administrativa do Governo precisam estar sensíveis, mesmo que levando em conta a possibilidade real de honrar compromissos salariais assumidos.

Neste sentido, segundo números que chegam à Coluna, apontam que apesar da queda na arrecadação dos cofres do Estado estão asseguradas as aplicações de reajuste na ordem de 5% em abril e setembro do próximo ano computando ao final 10% de majoração salarial – algo não desprezível em tempos de inflação baixa. Isso sem contar que em 2009 ja foram aplicdos R$ 113 milhões às policias só de diferença salarial.

Há, portanto, que se levar em conta a garantia das conquistas – e neste particular os grevistas têm seus motivos, entretanto, não dá mais para ignorar parâmetros reais em torno da economia e do direito, como a queda das receitas, especialmente o FPE, os efeitos da isenção do IPI dos carros e linha branca (geladeiras, etc), por isso o comando grevista precisa raciocinar olhando com transparência e realismo os números das Finanças do Estado.

Aliás, a Coluna foi informada de que o Governo assegura além dos 10% já estabelecidos em 2010, mais um reajuste de 5% para os delegados e outros 10% para os agentes – estes mais sofridos na escala de valor remuneratório.

Trocando em miúdos, não dá para ignorar o somatório dessas projeções estendidas aos policiais militares, portanto, o bom senso precisa prevalecer entre os grevistas na busca e construção de uma saída para o movimento justo. Na há, nem menos os funcionários dos Bancos (os grandes remunerados do capital no Brasil) uma margem de reajuste projetado na casa dos 15% para os delegados e 20% aos agentes.

Se este é o valor real da negociação, agora cabe aos grevistas chamar a razão para perto de si e rever o movimento paredista, mesmo que deixando aberto um canal de entendimentos com as áreas financeira e de administração para que outras conquistas sejam projetadas paulatinamente no decorrer do próximo ano.

Não tem outro caminho, ao que parece.

Os passos de Cássio

O ex-governador Cássio Cunha Lima resolveu agir nos bastidores, mesmo sem reestabelecer contatos com a Imprensa. Foi o que aconteceu, ontem, no final da tarde, quando reuniu ex-secretários para avaliar o cenário político e administrativo, bem como preparar formas de defesa e contra-ofensiva que considera estar recebendo.

Durante algumas horas, ele solicitou aos ex-auxiliares que elaborassem dados e estratégias para confrontar à exposição de inoperência feita por seus adversários.

Pelo que deixou transparecer, o ex-governador está preocupado com a ofensiva de super-exposição dessas informações, por isso mais na frente vai se confrontar com dados mais precisos nas áreas fundamentais – segurança, saúde, educação e investimentos.

Em torno de Lena Guimarães

“Há uma feliz coincidência de nossa festa com o aniversário da amiga e jornalista Lena Guimarães, Secretária de Comunicação,
programado para dia 12, na Blunelle, em noite memorável”, sintetizou o Produtor Glauber Castro confirmando a segunda versão do “Black Gold Premium”.

Em contato com a reportagem do WSCOM, Glauber Castro explicou que na data em que também comemorará seu aniversário estará abrigando uma condição especial em torno da jornalista Lena Guimarães.

Ele explicou ainda que, anualmente, produz a “Black Gold Premium” reunindo figuras Vips da sociedade, este ano tendo a participação de familiares e amigos da Secretária de Comunicação brindando mais um aniversário.
Os números da TV brasileira

Do vice-presidente comercial da Rede RECORD, Walter Zagari, recebi e-mail em que ele se manifesta sobre a concorrência entre as grandes redes de TV no País. Diz ele:

“Só pra sua informação, a RECORD cresceu de 2001 a 2009 132% o seu share, enquanto as nossas principais concorrentes caíram neste mesmo período, além de hoje estarmos com quase 40% do tamanho da nossa principal concorrente, isto tudo em horário nobre mercado nacional, onde se concentra 85% do dinheiro da televisão aberta. abs, saúde e ótimos negócios.”

Está explicado a ira da Rede Globo.

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