Se há no contexto da atividade político – partidária do Estado um personagem PhD em silêncio, pelo menos nos últimos tempos, este atende pelo nome do senador Efraim Morais.
Acompanha tudo de perto (mesmo estando longe geograficamente), sobretudo na disputa para o Senado, mesmo assim pouco fala, poucos ouvem seus comentários racionais.
Efraim adotou uma tática especial ao colar seu futuro com o de Cássio, ou seja, espera e trabalha de todas as formas para fazer uma dobradinha com o ex-governador na disputa para o Senado como prioridade de sua vida política.
Mais do que isso, ele aposta as fichas numa possibilidade de união das Oposições leia-se a junção com a candidatura de Ricardo Coutinho, não por má vontade ou deslealdade a Cícero Lucena, candidato do PSDB, mas porque está convencido de que o Mago tem mais chances de disputa e perspectiva de vitória.
E, se, lá na frente os espaços encurtarem no ambiente tucano, o que fará? Nem ele mesmo sabe, pelo menos se deduz sabendo que, como a parábola das 7 vidas constantes no gato, Efraim espera ter fôlego para enfrentar qualquer parada mesmo a mais difícil do desgrudamento de Cássio, algo que tudo fará para inexistir.
Por enquanto Efraim observa, conversa pouco e se prepara para a fase mais na frente quando será preciso se posicionar firmemente, sobretudo levando em conta os vários cenários e sua vida de enfrentamento com o PT e a possibilidade de candidatura de Luiz Couto.
Enquanto pode, o silêncio domina a estratégia do senador de Santa Luzia, filho de Inácio Bento.

