A declaração do ex-governador Cássio Cunha Lima de que não tem conhecimento de conhecer publicamente a pré -candidatura do prefeito Ricardo Coutinho ao Governo, mesmo admitindo conversas, e a concretização da debandada de 2 deputados federais e 4 deputados estaduais representam fatos que, lidos sem paixão, podem significar problemas à frente para o líder do PSB.
Ora, se Cássio como grande esperança cobra publicamente que Ricardo se manifeste como pré-candidato assumido, da mesma forma que atrele esse manequim ao de Opositor severo ao governador José Maranhão, é de se imaginar que qualquer movimento do ex-governador na direção de apoiamento ao prefeito estará atrelado a condicionantes.
Nem Cássio nem os demais oposicionistas farão qualquer movimento que não seja sob condições, o que é normal na política, mas deixará sempre Ricardo a mercê e/ou na dependência de acertos.
Tudo bem que as conversas entre eles andam avançadas, sem que ninguém assuma, mas toda a realidade a vingar só assim estará posta quando for assumida publicamente por todos os atores.
Fora desse contexto tucano, Ricardo até nem passa recibo muito menos seus aliados, mas é preciso levar em contar o fato da perda dos 7 deputados federais e estaduais de uma só vez registrada no decorrer desta semana.
Ora, em qualquer lugar trata-se de um quantitativo expressivo a se levar em conta, mesmo que diga desde a fase de eleição estarem eles (os parlamentares em saída do PSB) mais próximos de Maranhão. Se ele não conseguiu demover nenhum deles, this is question está é a questão, por que não alterar essa composição e atrair minimamente algum deles.
É certo que isso pode mudar, mas a dados de hoje Ricardo para vencer o Governo já precisa do apoio de Cássio antes algo apenas ponderado, agora estabelecido.
A Feira da crise desmentida
O superintendente do SEBRAE da Paraiba, economista Julio Rafael, desmentiu informação repassada por outro diretor do sistema atestando a existência de problemas na Feira do Empreendedor a começar dia 2 de outubro, no Espaço Cultural, em face de desentendimentos entre o Governo e a Prefeitura de João Pessoa.
Ele foi logo declarando: é mentira que exista crise política entre o Governo e a Prefeitura podendo se registrar problemas por outros motivos.
– Tanto o governo cedendo o Espaço cultural como a Prefeitura participando de serviços têm sido muito camaradas da Feira do Empreendedor, portanto, insisto em dizer que é mentira a existencia de crise entre eles na Feira do Empreendedor declarou.
Julio Rafael reconheceu que não tem conhecimento da falta de recursos no montante projetado pelo próprio SEBRAE para a referida feira. Confesso que desconheço, mesmo podendo até está havendo problemas.
A sintese – Conforme dados repassados por diretor do SEBRAE a Feira orçada em R$ 1 milhão estava com déficit porque somente o Banco do Brasil estava participando financeiramente da Feira, enquanto o Governo e a Prefeitura não tinham estipulado nenhum valor financeiro.
Ele atribuía possivelmente a possíveis problemas entre as instancias de governo.
Só atende aos grandes
Embora Julio Rafael promova uma gestão reconhecida, nos bastidores já não são poucos os empresários acusando o SEBRAE como instituição a cuidar apenas das grandes empresas.
Vem de Brasília a discriminação que se estende como cultura aos empreendimentos gerados no Nordeste.
Atende pelo nome de Godinho. Guardem esse nome.
Em Santa Catarina
O Secretario de Educação do Estado, Sales Gaudêncio, mal participou de lançamento de programa educativo no Cariri já viajou para Santa Catarina onde participa dos debates do Fórum de Secretários, em Santa Catarina.
Já está com agenda apertada na sexta-feira indo para Cajazeiras.
Depois da coletiva
O ex-governador Cássio almoçou com deputados e prefeitos no Cassino da Lagoa.
Última
Quem tem com que me pagar/
não me deve nada…