O jogo duro e errado pela Copa

SÃO PAULO e RIO – Quem diria, a possibilidade de João Pessoa ser uma das sub-sedes da Copa do Mundo em 2014 já motiva elevada disputa entre o governador José Maranhão e o prefeito da capital, Ricardo Coutinho, visando pontuar para a opinião publica quem vai ou pode mais fazer pelo projeto de viabilidade dessa alternativa hoteleira e de lazer de algumas seleções futuramente anunciadas para o Grupo do Recife e Natal.

Foi o que deu para concluir diante dos movimentos produzidos nesta quinta-feira por agrupamentos das duas importantes gestões publicas. De um lado, Ricardo com Rosilene, da FPF, e do outro Luciano Cartaxo e Coronel Francisco em conversa com o Ministro do Turismo.

Aparentemente longe (geograficamente) desaa cidade, o mesmo sentimento de entusiasmo em ver Maranhão e Ricardo buscando viabilizar o intento, na mesma proporção e contrária, fiquei muito preocupado porque o que se divide não soma e certamente gera problemas mais na frente.

Ora, tão importante quanto a articulação do governador de ter o apoio do Ministério do Turismo e do Esporte está o envolvimento bem resolvido de Ricardo com a presidente da Federação Paraibana de Futebol, Rosilene Gomes, para construir com o presidente da CBF, Ricardo Coutinho, ações de relevância por parte da articuladora brasileira da Copa.

Mas, cá com meus botões, o governador e o prefeito deveriam criar uma Comissão Mista tendo a participação da sociedade organizada ligada à área para construir de forma bem resolvida a parte de cada um nesse jogo porque sozinha qualquer uma das partes não conseguirá êxito na proporção do somatório de forças.

Tomo como exemplo as disputas futebolísticas com nossos eternos adversários, vascaínos, botafoguenses, tricolores, etc. Ora, na hora do jogo de campeonato nem venha com conversa mole que o trunfo é paus (civilizadamente hoje em dia), mas não tem conversa de nhennhennhem, não.

Agora, fora de campo precisamos cuidar do Almeidao, do Amigão, do José Cavlacanti, Perpetuão, Marizao, etc, além das outras estruturas do campeonato porque se não tiver uma boa organização para todos, como o Botafogo e o Autinho podem retomar o lugar ao sol diante dos aguerridos times de Campina, Sousa, Patos, Cajazeiras e Guarabira?

Em síntese, Ricardo e Maranhão têm que cada um fazer a sua parte mas, enquanto é tempo, a civilidade pos moderna indica a necessidade de dialogo mínimo porque os gringos quando souberem de nossas pendengas e brigas são duras demais podem até dizer que não querem ir à terra de Augusto dos Anjos, Mariz e Sivuca porque lembram Caramuru, aquele que comia literalmente humanos.

Deus nos livre desse mau exemplo, dessa impostura porque mesmo com cada um torcendo por seu futuro nada impede de tratamento civilizado entre nossos lideres em favor da sociedade como um todo.

Quem vai tomar a iniciativa?

Cássio ainda não se manifestou

A onda, ontem, foi reproduzir o comentário de que Cássio teria anunciado seu apoio incondicional ao senador Cícero Lucena ao Governo em 2010.

Invenção, o ex-governador não falou com ninguém. Até mesmo Cícero disse que não tem conversado com Cássio, não recebeu ligação dele nem mesmo no aniversario do senador, anteontem.

O apoio do Governo ao esporte

Ontem, por fontes diferentes, fiquei sabendo que o governo do Estado anda querendo refazer seu relacionamento com os atletas e desportistas de relevo de nosso Estado.

O assunto veio a pretexto de nova preocupação da Coluna em questionar o fim do beneficio para atletas e desportistas, especialmente no caso de Valdeno Brito. Tudo tem a ver com o valor do incentivo: 1 milhao de reais.

Em tese, na ótica à lá Robin Hood, a tendência geral é de achar um absurdo até por desinformação de parâmetros e circunstancias, mesmo quando se coloca Ednanci e Caio Marcio no jogo.

Comungo com o entendimento de que o valor para o judoca e o nadador ( 5 mil ) estava muito abaixo, se comparado com Valdeno mas é, repito mais uma vez, ignorar o nível do esporte e da exposição.

No caso do piloto, a exposição se dá em todos os momentos – e não só podium, com o sujeito expondo a bandeira da Paraiba no carro, no boxe, no macacão, nas entrevistas, etc, sem contar o fato do esporte automibilistico ser muito caro daí o tamanho maior.

Desde cedo, na infância, eu compreendia isso, quer jogando bola de gude ou de lateral no Íbis da Torre porque mesmo querendo ser da Seleção Brasileira e zagueiro como Carlos Alberto Torres jogando no Maracanã me contentava com o campo do Onze, do Estrela, da Vila (em Jaguaribe) e na Graça.

Trocando em miúdos, o governo precisa voltar a conversar com Valdeno buscando uma reformatacáo, da mesma forma que para Caio e os demais atletas.

Última

“Eta vida boa/ aperreada…”’

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