Barra de Gramame – Toda vez que me vejo tomado da parentada ao redor no Paraíso dos Cândido, sob o brilho dedicado do mano Duda (Hilton para os chiques) o juízo mais solto, desarmado, permite que os olhos vejam mais, além da mesmice do nosso cotidiano.
Então, quanto mais leve mais o pensamento voa, como dizia Caetano, permitindo-me identificar situações especiais a merecer abordagem neste espaço. Nem sempre o tema a grudar no quengo diz respeito à política, muitas vezes não, mas quando do livre pensar tudo chega ao juízo.
Um desses assuntos/tema atende pelo nome de Aracilba Rocha, engenheira natural de Malta caminho pra lá e prá do Sertão agora com a incumbência de responder e resolver a mais importante obra do PAC, de Pirapama.
Falando assim, sem referência geográfica, fica difícil dimensionar o significado da obra, por isso precisamos de algumas explicações básicas a partir de onde ela se encontra, ali no Cabo na direção e próximo do caminho que leva ao porto de Suape a usina de grana de Pernambuco e seu volume.
Pirapama ampliará em mais 50% o volume de água para resolver em boa parte o abastecimento de água de beber para a Grande Recife e deve atrair algo em torno de R$ 500 milhoes, por isso é a maior obra do PAC de Pernambuco.
Pois bem, é uma paraibana de estatura nordestina, mas de perfil gestor de reconhecido em Recife, São Paulo, Rio, Brasília, etc enfim, fora da Paraíba, que vai conduzir esse grande desafio a mexer com milhões de pessoas.
É a mesma pessoa que, na Paraíba, não tem conseguido ser tratada à altura de sua importância enquanto gestora, portanto, se mantém renovando viva a famosa cantilena, segundo a qual, santo (ou santa) de casa não obra milagre.
Pior para nós que, como Aracilba, estamos perdendo muita gente boa para nossos vizinhos.
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É necessário tudo, mudo, surdo, absurdo…