O filme sobre a vida e obra de Cazuza no auge da carreira convivendo com a dor da enfermidade reproduzido pela Globo nesta quinta-feira é retrato três por quatro da vida comum das pessoas que conviveram com a fama, o avanço e o retrocesso sem pedir condições para que.
A reedição do filme sobre a história de Cazuza não parou os celulares das pessoas nesta quinta-feira em que pontificou uma das mais fortes informações / boatos dos novos tempos: a de que o governador Maranhão havia sido agredido por uma pessoa no auditório do Hotel Tambaú durante abertura do Encontro Nacional de Tribunais Militares.
Impressiona misturar as cenas de Cazuza no especial da Globo com as cenas e comentários do Tambaú!
Mas o fato é que, como disse, o boato de agressão a Maranhão tomou conta do Estado sem a comprovação de nada ter acontecido nesse sentido porque as informações subseqüentes não confirmaram a conversa tanta. Mistou, confundiu.
O que o Colunista pode apurar presente ao Hotel depois do desconforto: de fato uma pessoa presente ao encontro de prenome Cunha foi detida pela segurança do governo depois que ele se manifestou na direção do governador buscando consolidar um protesto, mesmo assim não se evidenciou a agressão física como revelado.
Se houve agressão, comparativamente, os impropérios ao vento significaram a mais forte advertência ao governo Maranhão de que há uma inconformação de segmentos anônimos reprovando ações do governo. Ele pode até achar coisa de Oposição e não é porque o gesto solitário não reproduziu coro.
O fato e que depois de preso e solto muita conversa se reproduziu a gosto dos que são a favor ou contra o governador, mas sinceramente alguma coisa anda fora da ordem universal, como diz Caetano.
Eu vejo o futuro/ reproduzir o passado…