Felizmente, o prefeito de João Pessoa, Ricardo Coutinho, está descontaminado da cultura de caos e conflito sem fim entre setores da política paraibana que, a rigor, termina trabalhando contra nosso Estado.
Ricardo chegou sereno, como é de seu perfil, mas muito antenado com o rumo das coisas, do mundo sobretudo conjuntural, onde viu com os próprios olhos a decadência da economia européia.
Daí seu quengo estar fervendo sobre quais medidas precisa adotar preventivamente já agora para não transformar o futuro num momento de crise agonizante.
Durante bom período da manhã de hoje estive papeando com ele sobre a realidade nossa de cada dia.
Em nenhum momento, confesso, percebi o prefeito ansioso ou atônito com alguma questão, mesmo as crises políticas, os rumos de 2010, etc.
Aliás, foi falar em 2010 para ele dar um pinote e reagiu como quis dizer: epa! Nessa onda aí não entro agora, não. Está muito cedo, camarada!
Isso não implica em alienar-se das fofocas, pelo contrário, mas significa priorizar as urgências da vida cotidiana, ao invés do disse-me-disse conspirador e contra-producente que tomou conta em setores da política.
De fato, a prioridade é criar os mecanismos e equipe para priorizar no primeiro ano as urgências da cidade de João Pessoa, cujas demandas não param.
A vez de João Pessoa
Por onde anda, Ricardo não esquece de lembrar um depoimento ouvido pela eximia jornalista Célia, também alma gêmea de Nonato Bandeira, em Portugal, numa das lojas do comércio de Lisboa.
– Ah você é de João Pessoa? Que coisa boa! Quando terminar o curso de Psicologia aqui, eu e mais duas pessoas amigas vamos instalar um consultório lá em João Pessoa, que é a melhor cidade de se viver dizem os indicadores comentou a serena e jovem baiana.
Pense num depoimento arretado!
Os jornais estão pirando os leitores
Quem não mora no estado e chegou hoje na Capital deve ter ficado pirado diante das manchetes dos nossos jornais.
É que, enquanto O Norte dizia que o processo da FAC, a entrar em julgamento no TSE, vai voltar para o TRE; noutra manchete, a do Correio, afirma que o vice-procurador fala em cassação.
É nisso o que dá outros valores incorporados ao jornalismo!
Última
O nome/ a obra imortaliza…