RIO DE JANEIRO – Obrigações geradas pelo conjunto de empreendimentos com os quais convivemos, fez-nos cancelar uma série de atividades na noite desta quarta-feira para poder na sempre Cidade Maravilhosa construir novos estágios em favor da WSCOM, da Paraíba e do Nordeste como um todo.
Uma cena continuada tem nos deixado altamente preocupados porque afeta duramente nossa realidade econômica: o vôo 1879, da GOL, decolou no Aeroporto Castro Pinto com apenas 37 dos 120 passageiros previstos na aeronave.
A preocupação é redobrada porque em outros quatro momentos, inclusive no percurso Rio João Pessoa, nas ultimas semanas, já reproduziam o mesmo panorama de freqüência de passageiros, portanto, há um problema continuado.
Ora, não precisa ser expert em mercado turístico para prever que, em se mantendo esta condição, certamente que a GOL deverá rever, como já fez a TAM, esse vôo diário e direto entre João Pessoa (Bayeux, melhor dizendo) e Rio de Janeiro.
O cenário produz a necessidade urgente das cúpulas do Governo do Estado e da Capital sejamos mais diretos, o governador e o prefeito Ricardo Coutinho precisam sentar à mesa com o trade turístico para definir ações urgentes e comuns de aquecimento deste segmento aeroportuário sob pena de nova crise e nova perda de vôo.
Comumente e como é práxis, a tendência natural dos apressados é culpar A ou B, geralmente do Governo, sem admitir a análise conjuntural do que está por trás dessa vacância porque, em face de viver sempre viajando, devo externar que tenho ouvido mesmo lamentações em Salvador, Teresina, São Luis e um pouco Natal e Fortaleza. Só Recife, ao que me parece, não anda com esse chororó.
Aliás nem precisa ir longe. Que o digam, a partir da proximidade nossa, os restaurantes e bares da Capital com a preponderância de muita gente do setor reclamando da retração de clientes com chances de alguns quebrarem condição que, guardadas as proporções, é enfrentada pelas empresas aéreas.
Ora, o fluxo de turismo decorre de uma série de fatores nunca por decreto a partir de decisões políticas para fomentar dentro com algumas ações distintas e fora daqui o foco na clientela nordestina geralmente instalada no Interior de São Paulo, de Minas, também o Sul e acordos operacionais com Paises, geralmente da Península Ibérica, a partir de Portugal e Espanha.
Não se trata neste momento de campanha de explorar politicamente o problema visível a olhos nus, mas, ou nossas autoridades sentam com o trade turístico e tomam uma decisão emergencial, urgente, ou vamos enfrentar sérias situações no verão que se aproxima.
Neste caso, cada um que deixe de fora a condição partidária ou de interesses porque é agir e agir, do contrário o caos.
Em Campina, tudo igual
O prefeito Veneziano Vital até comemorou por ter visto seu principal adversário na famosa Lista Negra da Associação dos Magistrados do Brasil mas a festa demorou pouco.
Nesta quarta-feira, a AMB incluiu seu nome entre os famosos políticos compondo a Lista Suja.
Como se diz no bairro da Torre com todo respeito, o sujo agora não pode falar do mal lavado.
Trocando em miúdos, o que construirá a vitória serão outros fatores. Depois trataremos do assunto.
Haja presenças!
A posse do Ministro cearense César Rocha na presidência do Superior Tribunal de Justiça nesta quarta-feira, em Brasília, levou muita gente importante a Brasília.
Da Paraiba, por exemplo, eram vistos o governador Cássio Cunha Lima acompanhado do Secretário de Comunicação, Sólon Benevides. Lá no outro lado advinhem quem estava: acertou quem disse senador José Maranhão tendo a companhia do empresário e suplente de senador Roberto Cavalcanti.