Enquanto o carnaval não passa

A fantástica interferência das novas mídia sobre nós, adultos ou não, produz tantos valores diferenciados na construção de nova cultura na relação que temos com o conhecimento, bem como com as pessoas, que chega parecer fantasia a realidade diante dos olhos.

Nada substitui, é claro, o contato humano na gestão indispensável do sentimento, corpo a corpo, mas as ferramentas de que expressei no parágrafo anterior nos últimos tempos têm me impressionado muito.

No dia dos pais fui afetado também por micro-instrumentos da virtualidade. Mensagens, arranjos ópticos e novos meios de expressão se revezaram via notebook e celular como não havia percebido antes consolidando novas formas de ser tocado por desejos de felicidade por meio da inovação.

Insisto: nada substitui o abraço afetuoso recebido ou o beijo sentido das crias do bem de nomes Vinicius e Pablo, mas mensagens como as do neto Rafael, Maisa, Zélia Ramalho, Durval Leal, Carlos Aquino, entre tantas, fizeram-me humanamente tocado pelas novas formas de carinho via modernidade.

O fato é que no acúmulo da idade tudo faz sentido quando a percepção de sentimentos carinhosos se instala como condutor de estímulos e grande satisfação humana.

Neste domingo de agosto, sentir o reconhecimento filial de forma ampla endossado pela fé de amigos, motores da animação humana, já é por si só a alegria de viver com o sentimento de dever cumprido.

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