A decisão do governador Cássio Cunha Lima de suspender o bem bom comum em quem está em repouso e cumplicidade com a família em Salvador para arregaçar as mangas e levar apoio às vítimas das enchentes, portanto, fortes chuvas registradas no Estado.
Faz parte de sua missão e índole também como estratégia de vinculo proativo à sua imagem sair da acomodação ou do comando à distância, tipo high Tech pelas ondas e webs da vida, para se sentir tomado pelo envolvimento que, na pele, produz mais efeito do que por telepatia ou outros meios.
Quando decidiu deixar a sempre muito agradável cidade de Salvador é presumível imaginar a cara de chateação dos filhos pela interrupção do lazer, mas a gravidade dos efeitos das chuvas lhe faz assumir o manequim de cumplicidade comum aos governos solidários.
Em sendo assim, como revelou em primeira mão o portal WSCOM Online – mais criterioso e acessado da Paraíba, a atitude do governador se sobressai pela condição singular de, por modo próprio, conduzir as ações na linha de combate.
Lembro ainda da madrugada em que, em pleno desmoronamento da barragem de Câmara, ele mesmo, de punho próprio, comandou os socorros aos desalojados e tantas famílias abaladas com a grave situação.
Ao agir assim, agora se é que pretende ser sempre assim Cássio dá sentido ao componente solidário como vetor de uma administração de resultados, também no campo da Defesa Civil.
Vamos acompanhar e ver no que vai dar.