Qual é a do PT?

Nesta sexta-feira pela manhã, durante o café-da-manhã do Mangai, boa parte do tempo foi consumida com uma conversa extremamente descontraída em torno do presidente nacional do Partido dos Trabalhadores, Ricardo Berzoini, que concedeu algumas entrevistas a diversos veículos de comunicação do Estado.

Berzoini está de férias, mesmo assim visitou recentemente as instalações do Grupo WSCOM, no Centro Histórico de João Pessoa, quando concedeu entrevista exclusiva à Revista NORDESTE, que a circulará na edição de fevereiro.

Em que a importância do líder nacional, o foco da Coluna neste momento se dará num patamar mais próximo à aldeia tabajara, que é o futuro, o destino próximo do PT na Paraíba com a posse do deputado federal Luiz Couto à frente do partido em nível estadual.

Ficou patente, claro demais, que o PT está decidido a buscar sair da condição coadjuvante para participar do debate principal no Estado. Chegar a esse estágio, mais do que intenção, o partido e Luiz Couto vão precisar rearrumar as relações internas cheias de conflitos (muitos deles eivados pela vaidade humana) e construir bases consistentes capazes de conquistar votos – sem os quais o poder de barganha é insignificante.

O PT da Paraíba vive a dicotomia de estar num patamar estacionado, depois de várias perdas, exatamente quando o Brasil é governador por um seus mais importantes lideres de todos os tempos, no caso Luiz Inácio Lula da Silva. Como pode, Lula imbatível, e no Estado com o partido regredindo no tamanho?

É diante desta conjuntura que Luiz Couto já se disse envolvido com nova política de relacionamento atraindo a todos internamente visando construir nova fase política.

Na conversa, ele explicou que o PT além da rearrumação interna quer puxar um debate forte na sociedade sobre os grandes problemas vividos pelo estado por conta da crise político – partidária – condição essa que, segundo ele, tem trazido graves prejuízos para o estado.

Mais do que, também vai consolidar as políticas de alianças e atrair quem estiver interessado em assumir novos desafios do PT e do Governo Lula. Para se ter uma idéia do que isto represente, Couto tem conversado muito em fase adiantada com o PTB (Armando Abilio) e o PDT (Damião Feliciano) podendo gerar novidades especiais daqui para frente.

Pelo sim, pelo não, o PT quer sair da fase “pião”, que roda, roda e não sai do canto.

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