De volta, o instituto das Pesquisas

Como estava previsto, o tempo das pesquisas já chegou. Se é certo que serve de instrumento para acompanhamento dos processos eleitorais, mesmo que a evidência aconteça e se dê nos maiores centros urbanos, o fato é que os primeiros números – vide Ibope e a Consult – chegam como – e somente só – meros sinais da conjuntura.

Pelos dados apresentados até agora, mesmo distante, se levarmos em conta as situações das duas principais cidades, denota-se em tese uma situação bem mais resolvida em favor do prefeito de Joao Pessoa, Ricardo Coutinho, do que de Veneziano Vital, de Campina Grande.

Ambos (os prefeitos) se cercam de dados numéricos favoráveis, sobretudo na mensuração espontânea, mas – se tomado como base o conjunto dos dados de agora, de fato a situação da capital é muito mais confortável do que de Veneziano.

Alias, não há nada de novo nesse contexto levando em conta que o cerco do grande esquema do governador Cássio em CG é de uma força infinitamente do que na capital, onde a composição se dá em outra ordem.

É preciso admitir, como principio, que a situação do prefeito campinense ainda lhe é favorável, sobretudo na elaboração espontânea, por força de seu governo entremeado entre domínio da maquina e ação nas famosas bases.

Só que, diferentemente de Joao Pessoa onde o governo Cássio também atua, não há um clima de confronto de ultima guerra como se dá em Campina daí o acirramento e a possibilidade de crescimento de Rômulo Gouveia como principal contra-ponto.

É tudo muito cedo ainda com os dois prefeitos bem avaliados, embora se comparando as duas situações, a de RC é bem mais confortável do que a de Veneziano.

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