Efraim, o feeling certeiro e a prudência

De repente, quando menos se esperava, o mundo global preconizado por Mac Luhan (maior teórico da comunicação dos tempos modernos) nos expõe dos Estados Unidos para o mundo a imagem e fala do jovem deputado Efraim Filho tratando do bombástico acidente da TAM e as primeiras notícias da Caixa Preta.

Antes de chegar ao cerne central do assunto (a busca de informação sobre a causa do terrível acidente ) lembro a questão da casualidade somente possível na vida de poucos. Digo isso porque, Efraim Filho foi aos EUA para uma outra missão parlamentar, nada a ver com o caso da TAM, mas, eis que, chegou na hora certa da super-exposição.

Irrequieto, ‘impossível’ – no bom sentido, não quis conversa. Vestiu a ‘roupa’ formal de membro da CPI do Apagão Aéreo e, na hora certa, no momento certo, granjeou atenções que jamais conseguirá dimensionar muito menos quantificar o valor dessa superexposição.

‘Faito’, como chama os familiares e amigos, guardadas as proporções fez o mesmo em termos de aparição como se deu, por exemplo, com Lindberg Farias, quando presidente da UNE exatamente na ‘Era Collor’, na difícil fase do Fora Collor transformada em Impeachment.

São casos diferentes, bem disse, mas em termos de oportunidade serve para entender porque algumas pessoas aparecem bem e melhor do que outras.

No caso de Efraim Filho, não obstante sua ansiedade de querer servir de fonte e revelar ao mundo dados especiais do grave acidente – tanto que precisou recuar quando vazou inexistir tentativa do piloto de arremeter a aeronave e a FAB o desmentiu, o parlamentar paraibano tem sido um elemento especial nesta fase do acompanhamento jornalístico.

Nos principais portais do Pais, incluindo o WSCOM Online, logo cedo da noite estava a manchete estampada com novos dados repassados por ele (Efraim), segundo os quais, a Caixa Preta sob inspeção da NTSB revela que “O Airbus-A320 da TAM que sofreu um acidente na última terça (17), em São Paulo, bateu e explodiu no prédio da TAM Express estava a 175 km/h”, dizia a noticia.

Deva-se registrar ainda que ele estava acompanhado do também deputado Marcos Maia (PT-RS), só que em matéria de agilidade e vontade de apresentar serviço, desde que chegou perto do caso a cara de Efraim é típica de quem diz assim consigo – “não vou desperdiçar essa chance”.

Basta apenas ter prudência que, como caldo de galinha, não faz mal a ninguém.

Agora que o filho de Dra Ângela é ligeiro como Django, ah! – disso ninguém tenha dúvida não.

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