Betinho, a Torre e o erro humano

Sábado de dor, esta na qual se foi para o plano da eternidade, o humanista Alberto Queiroz, alto funcionário da PBTur, grande envolvido nas lutas pela religiosidade a partir da Igreja Praia da Penha, sem contar sua grande contribuição com o esporte amador da Paraíba, a partir do futebol de salão – onde pontificou como um dos maiores goleiros de todos os tempos.

A manhã e tarde chegaram tristes, encobertas com um tempo de pranto representando nas nuvens do dia chuvoso, que chorava por nós a ausência do amigo.

Sou objetivo e sincero ao máximo na análise da questão: conheci e tinha Betinho (como assim era chamado) à distância, pela condição extremamente correta com que tratava as relações, quer fossem familiares e mais próximas ou, no caso do trabalho e da vida religiosa.

Lembro, como numa fagulha temporal, quando ele foi convocado pelo governador Antonio Mariz – antes senador -, através do Secretário Inaldo Leitão para cuidar da gestão fiscal da área penitenciária como a condição nunca vista de resultado.

Trocando em miúdos, nunca fui da intimidade de Betinho – um dos grandes cidadãos da Torrelandia, do São Gonçalo – mais, e muito, pelo Esporte Clube Cabo Branco fazendo-o elite do esporte quando seus irmãos Badê, especialmente, estavam na outra ala,.

Betinho, a rigor, foi porque chegou a hora chamada por Deus, embora ele tenha contribuído para a celeridade da partida quando cuidou mal – a exemplo de diabéticos como eu – da enfermidade que nos é advertida mas muito mal cuidada.

Diabetes mata, eis a questão, na velocidade do que nem ele nem ninguém acometido admite fazer porque, como em outras enfermidades, ninguém acredita que seja possível encurtar a vida, senão na hora da ‘verdade’ mortal.

Antonio Mariz, intelectual e homem muito preparado, morreu com um cigarro na bico por admitir como conceito que melhor seria ir ao ultimo momento do trago, pelo mero prazo do trago, quando ele poderia ter conseguido viver mais se tivesse deixado o vicio.

No caso se Betinho, ele se foi com a bandeira de um grande homem,
Agora tratado como exemplo de cidadão especial..

Viva a Torrelandia!

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