O documento do Fundo Nacional de Saúde que o WSCOM Online trouxe à exposição pública nesta segunda-feira, com Exclusividade, recomendando a devolução de R$ 3,7 milhões por parte do ex-prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena, era o que o pré-candidato não queria nem sonhava ver neste momento.
A origem da decisão do FNS, do Ministério da Saúde, está ligada ao Hospital de Mangabeira por inexistir, como obrigatório, as prestações de conta regulares, exceto a primeira conforme relata o documento.
No exame frio do relatório, há em tese um atenuante pró-Cicero quando o próprio documento diz que o Complexo foi construído, mas sem funcionamento nem organograma/pessoal como previsto no convênio, que por pouco não sobrou para Ricardo Coutinho. O problema está, entretanto, na prestação de contas anterior.
RC livrou-se ou não foi também afetado, na condição de gestor/sucessor, porque aceitou orientação da equipe assessora para não mexer um vintém, um centavo sequer nos R$ 440 mil restantes, deixados em caixa por Cícero, porque se tivesse movimentado qualquer volume agora teria de responder como co-responsável do processo.
Aliás, o relatório manda Ricardo também devolver o valor / saldo, cuja decisão tem força de efeito nulo, posto inexistir movimento financeiro ou administração na questão.
Mas, como o Portal havia antecipado dias atrás, o documento do Ministério da Saúde é mais um fardo pesado na vida turbulenta de Cícero, um vitorioso administrador do primeiro mandato, transformado em réu triste do segundo mandato até agora.
Ressalte – se que este novo processo não tem nada a ver com a Operação Confraria, hoje em segredo de justiça na instância federal, donde se deduz que lá vem mais problemas à frente de Cícero, sem dúvidas abarrotado de conseqüências ruins na sua trajetória de homem público.
Danado é que, informações adicionais chegadas ao Portal, também com exclusividade, indicam existir outras conclusões / auditorias a gerar mais desconforto ao ex-prefeito.
Como se diz na Torre, lá no mercado onde o ex-prefeito é freguês antigo, além de queda, coice numa jornada ainda não explorada pelos adversários para manchar demais o coração cristão de um herói pintado com cara de vilão.
Cícero não merecia isso, mas os documentos estão acima de sentimentos.
Nomeações
Tem gente conhecida já no famoso esquente para assumir novos desafios. Para manter o suspense, a Coluna mantém a não-revelação, mas adianta um dos nomes.
Para anotar, lembrem-se de Jacinto Dantas gestor / político de sangue bom superando a demora do tempo em passar, depois do sufoco da não-reeleição.
A natureza lhe espera como zeloso especialista.
Equipe formada
O desembargador Julio Paulo Neto pouco fala, mas já está com a equipe praticamente pronta para assumir os destinos do Tribunal de Justiça em breve.
Calado, mas ativo, tem convocado pessoas conhecidas, outras não, mas que se prevenir contra surpresas.
Medalha para Cássio
A Coluna confirma o que o Portal WSCOM Online antecipou: o governador Cássio Cunha Lima recebe Medalha do Mérito do Exercito durante solenidade programada para esta semana no 1º Grupamento de Engenharia e Construção.
Tudo acontece nas comemorações do 51º aniversário da corporação.
Sem xenofobia
O publicitário Lucas Sales produz discurso importante em favor da valorização dos profissionais do mercado local numa hipótese de Governo Maranhão, a partir de janeiro.
Isso, entretanto, torna desnecessário e míope o tom de considerar desprezível enquanto prioridade de competência, gente qualificada vinda de outros mercados.
Depois que se afasta da tese/bobagem, ele retoma o olhar de águia gerando liderança.
Última
Eu vejo futuro/
Repetir o passado…