Desmontador de bombas

Fica difícil imaginar em meio a questões tão políticas admitir expressões como o titulo/manchete acima imaginando o governador Cássio Cunha Lima em função típica de bombeiros ou Swats (grupos especiais de operação de guerra ) por estar diante de militares e professores ávidos por guerra.

Pode parecer exagero, mas não é. Faltou pouco para o governo assumir a carapuça da intolerância dando motes fáceis aos adversários políticos até porque os PMs e mestres da nossa docência oficial andavam ( como andam) inflamados na defesa dos seus interesses salariais.

A rigor, desde quando a consciência política das categorias tomou rumo aguerrido que, a cada dia há um entendimento consensual de que só na bia briga, com a radicalidade circunstancial, esses segmentos podem imaginar com algum ganho remuneratório.

O fato, tirando os exageros do caminho, é que duas greves estourando feito bombas de mil megatons tomaram novo impulso e dimensão quando o governador gestou como proposta, no final do último tempo, duas contra-alternativas aos movimentos grevistas sem condições de recusa, como os radicais manobraram porque os valores expostos são caminho defensáveis.

Nesta segunda-feira, último dia da possibilidade legal de acrescer algum documento no Diário Oficial, o Governo do Estado pôs em xeque mate os enxadristas dos movimentos docente e militar – numa hora de complicações para a recusa das contra-propostas feitas porque, do contrário, pareceria estar a serviço de causas diferentes do interesse das categorias.

Nesse processo, em síntese, a radicalidade inicial de Cássio transformada em pragmatismo na etapa derradeira desmontou o perigo de ter greve como mote de campanha, daí o resultado apresentado significar ganho incomum para quem estava perto de morar no inferno político.

No saldo mesmo, o jogo antes francamente a favor dos militares/professores foi para a prorrogação com as negociações, mas terminou 2 a 1 para quem da defesa se fez atacante goleador ao superar a intolerância.

Fábrica de resultados I

Tem duas usinas, de origem no mesmo Pernambuco, que estão produzindo resultados intrigantes para os conhecedores das moendas/políticas nestes tempos eleitorais.

Uma das usinas até registrou no Terminal Regional de Elétrons, esta semana, a vantagem do seu time originado no estado do Maranhão somando mais 10 pontos acima do resultado que os “home” enviaram pelo Correio para publicação no mural.

Danado é que o resultado acabou não divulgado.

Fábrica de resultados II

Nesta segunda-feira, acabou de ser concluída nova fase de moagem pelos lugares paraibanos, onde há cana-de-açúcar ou não, para se conhecer a realidade do mercado.

Pelos dados comemorados no governo da fazenda grande, a diferença da produção desde mês levando em conta o do passado, diminuiu em 2 pontos em relação aos índices da usina concorrente.

Fábrica de resultados III

Especialistas deduzem que ou alguém está “supervalorizando” os números de sua moenda querendo enganar os outros ou a si, ou, noutra posição, tem empresa auxiliar de usinas que só sabe construir mentiras para confundir.

Não pode – nesses dois casos – todos estarem crescendo quando um dos dois está ou vai perder.

Última

“…Mirem-se no exemplo/
Daquelas mulheres/ de Atenas…”

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