RIO – Aparentemente distante ( só geograficamente ) sinto que dá para perceber com
clareza a poeira levantando em torno da mais antiga birra contemporânea/contemporanea do Estado- precocemente, inclusive, em face da força da economia pública na vida das pessoas.
Depois de um tempo significativo de prosa positiva com Zé Ramalho, pensador enigmático do sertão cosmopolita, é imperioso admitir que vamos precisar tomar algumas providências preventinas para conter os mais exaltados do processo, agora, não dá para pintar um clima inexistente de falta de segurança no Estado.
Há segurança, sim, e mesmo com os arroubos de quem vive a necessidade de palanque politico,diante das fragilidades também anotadas no setor, os números e/ou indicadores dizem mais do que os desejos.
Fico à vontade para falar porque a realidade de agora apenas tomou caráter inverso porque antes quem criticava a segurança era Cássio, de 2002 para cá, em posição inversa, é o senador Maranhão – o mesmo que falava a verdade quando distinguia nossas policias.
Isso, em absoluto, implica em ver paraiso (que não há) dentro da corporação militar ou civil porque demanda pública é como unha, vc corta mas ela cresçe sempre.
A propósito da análise, deva-se dizer que a arrogância e brutalidade condenada, mas exercida pelo cabo Sóstenes e dois parceiros precisam ser peitadas e contidas, entretanto passa longe concluir que o incidente do Costa e Silva é uma articulação com apoio do governador Cássio.
Está evidente também que é perfeitamente assimilar que tais movimentos interessem a pessoas ou ao próprio ex-prefeito Cicero Lucena, contudo, não vamos misturar alhos com
bugalhos numa etapa ainda suportável de relacionamentos.
Os fatos registrados no Costa e Silva servem de mote para medidas, inclusive da Justiça Eleitoral, definindo previamente formas e espaços de conduta na pre-campanha e, no mais, é aguardar a hora do embate, que será duro – muito duro como pode-se projetar.
Mesmo assim nao estamos em Falujjah de jeito algum.
Condenação plena
Nem o prefeito Ricardo Coutinho nem nenhuma autoridade deveria ser importunada com agressõesde natureza fisica ou de outrafalta grave, afinal o Orçamento Participativo é conduta inovadora na relação do governo municipal com a sociedade e é bem-vinda.
Aliás, no Ciranda de Serviços – pontificado por Cássio e companhia – também, nao é de se admitir que
existam “agentes penetras” da Oposição para perturbar somente só.
Dito assim, entretanto, tanto Cássio quanto Ricardo precisam entender e se acostumar que a sociedade tem o direito legitimo de exercer críticas em patamares adequados ao convivio social.
Chega de lagartixas apenas.
Incendiários de dentro
Além de normas da Justiça para conter os mais animados, se faz indispensável e urgente
que os lideres politicos tratem de gerar nova relação com seus assessores – isto é os bajuladores – muitos deles responsáveis por atos de péssimo gosto porque servem apenas para agradar o chefe gerar na ponta crises graves antes inexistentes.
Assessor, mais do que ser leal e capaz, é para construir procedimentos de resultados positivos para a sociedade (e à quem serve) – e não, como acontece – para viver “dedurando” as pessoas sob o menor entendimento de desagrado de alguém.
Cássio e Maranhão têm história e conhecimento suficiente para tentar – pelo menos isso – ser inflamados por bajuladores que só trazem maldades dentro de si.
Na realidade, contudo, perdura a intriga tomando conta do centro.
Umas & Outras
…No Rio, pontifica o trabalho estratégico do empreendedor Carlos Daniel, natural de São João do Cariri, e um dos mais importantes personagens hoje no mundo da distribuição de jornais e revistas desta cidade.
…Quando vejo seu sucesso, fico pessoalmente gratificado pelo crescimento humano.
…Zé Ramalho é outro a viver uma fase extraordinária na sua vida pessoal e artistica. Por isso almoçamos comida japonesa no Leblon.
…O deputado Carlos Dunga não pára de defender ações para o semi-árido.
…O prefeito do Congo, Zequinha, quer ser candidato a deputado federal.
…Tem sido uma batalha hercúlea, cansativa, mas estimulante para a WSCOM nos últimos dias de muitas audiencias, reuniões e conversas de alto grau.
Só isso fala o ditado: vc colhe o que vc planta.
…Cara a cara, a saisfação de conversa demorada com o Secretário de Comunicação do Senado, Armando Rolemberg, com quem compus a vice-presidência da FENAJ nos
idos anos 80 – tempos dificeis.
…Anotem esse nome: Nectar.
…A Fundação de Medicina da Paraiba ganhou nova emissora de Rádio educativa.
Última
” Deus dá o frio/ conforme o cobertor…”
