O desafio de Aracilba

Rio de Janeiro – Quem chega à cidade se renova com os mesmos valores de um ambiente privilegiado por sua geo – natureza sem dar conta das mazelas sociais misturadas ao conflito urbano de crimes e drogas, mas nada lhe tira o estandarte de primazia nacional pela história, economia, cultura e gente agregados ao seu habitat. O Rio não se contenta em si.

Dissertação de tese à parte, num dos espaços bucólicos, o famoso Aterro do Flamengo, nesta sexta-feira, no 10º andar do edifício, a Eletrobrás concentra a maior carga energética de expectativa sobre o significado da engenheira Aracilba Rocha como nova diretora.

Poucos a conhecem, por isso a maioria da empresa devora o Portal WSCOM Online para se inteirar e fazer juízo de valor sobre a personagem, que passa a partir de hoje a conduzir as políticas do setor administrativo da Eletrobrás – patrimônio ímpar do acerco nacional.

Quem é ela? O que faz, sua formação, como se relaciona e de que forma pretende conviver com o coletivo e as missões da empresa? – são algumas das tantas perguntas nas cabeças e bocas da Eletrobrás.

A rigor de nada valerá a ansiedade reinante, senão pelo desconhecimento em si do que representa a nova personagem neste momento da principal âncora do sistema energético da América do Sul, ultimamente sob a regência e comando do estrategista Aloizio Vasconcelos.

Por ser precavida, ela resolveu conhecer mais cedo do que se pensa o organograma, a cultura, o tamanho, significado e missões da empresa, muito antes da posse formal. Há tempo ela busca informações, mesmo gradativamente, mas suficiente para se introduzir com chances de apresentar políticas de resultado.

Em face disso, como contou em conversa com o Colunista, ela quer e trabalhará permanentemente para ser valor agregado aos demais dirigentes estimulando a inter-relação com o segmento de pessoal em grau capaz de introduzir os ajustes operacionais que se façam necessários.

A nova diretora, que ecoa o agradecimento pela indicação do senador Ney Suassuna, do senador Maranhão e do PMDB para o cargo, está longe de ser somente só essa circunstância política pois, muito pelo contrário, tem curriculum comum a poucos dentro e fora da empresa.
Engenheira e administradora, Aracilba tem experiência acumulada desde quando dirigiu a Companhia de Água e Saneamento de São Paulo, no planejamento de Franco Montoro, depois com José Serra, além de já ter gerido empresas de telecomunicações, de transporte público e saneamento básico, sempre apresentando resultados de expressão nas instâncias e empresas por onde passou.

Por desconhecerem seu perfil, a empresa vive o sobressalto, portanto, nem vai estar diante de uma salvadora da pátria nem alienígena, posto que, como gestora, certamente que Aracilba vai buscar convocar o apoio de todos os que querem o bem para a empresa e setor sem medo de enfrentar cara feia.

Chega como pacificista, diplomata e humilde para aprender também, só que sua história de luta se remete à disposição de cumprir com o dever de fazer desta oportunidade um marco administrativo, mesmo diante de pouco tempo.

História e saúde ela tem de sobra, mesmo magra fisicamente, para enfrentar qualquer parada em favor do bem coletivo.

Podem anotar: vai surpreender, para melhor.

Alarme falso

Pelo que o Portal WSCOM Online levantou no período da tarde, ontem, as primeiras informações chegadas à Eletrobrás repassadas por alguém de bom humor gerou um alvoroço ao ser dito que a nova diretora era alta e muito forte, do tipo alemã.

Isso fez com que assessores se preocupassem em procurar veículo potente para a “forte” diretora. Quando o assessor viu, ficou sem jeito, desconversou e nunca mais falou do manequim da chefe.

Furo

Logo que soube da soltura de seu marido, Flávio Maluf, a advogada Jaqueline ligou para o celular do Colunista, depois de farta tentativa, falando em primeira mão sobre a alegria de ver o seu companheiro em liberdade.

Evangélica, ela espera agora a plena recuperação de saúde do sogro, Paulo Maluf.Disse que Flávio entrou de um jeito e saiu de outro de todo esse processo.

Independente

O vereador Severino Paiva, presidente da Câmara de João Pessoa, disse que vai se manter independente na relação com o prefeito Ricardo Coutinho, mesmo com o PT estando fechado com o dirigente do PSB.

Em entrevista ao Programa Abra o Jogo, ontem, ele falou dos projetos de seu mandato e das discussões sobre o orçamento de 2006.

Última

“Mas é preciso ter força/
É preciso ter gana sempre…”

Mais Posts

Tem certeza de que deseja desbloquear esta publicação?
Desbloquear esquerda : 0
Tem certeza de que deseja cancelar a assinatura?
Controle sua privacidade
Nosso site utiliza cookies para melhorar a navegação. Política de PrivacidadeTermos de Uso
Acessar o conteúdo