No tempo possível

A presença do governador Cássio Cunha Lima nestes três dias, na região de Patos, a partir da sede homônima apresentando serviços (em alguns casos, promessas) da instalação de um Campus da UEPB, mais do que justo indicativo para um centro geo – econômico é, também, atestado de buscar se cacifar diante da disputa do Governo ano que vem.

Salvo problema extraordinário, Cássio é candidato disposto a enfrentar seu mais rival, o senador José Maranhão, em qualquer que seja a base. Aliás, se há algo no nosso cotidiano que é visível, a olhos nus, é a busca desenfreada, o esforço calculado, perto do desmedido, do governador e sua equipe esforçando-se ao máximo para garantir vida eleitoral taluda mais na frente a partir do suor de agora.

Mas, embora tudo o que tem sido exposto seja verdadeiro, o futuro político de Cássio pode não depender dele, isto é, por incrível que pareça, seja eu amigo-irmão ao lado, Cícero Lucena.

No governo e na aura próxima dele, inclusive no campo particular, a conversa sobre o futuro de Cícero é tratado com zelo, ao mesmo tempo temor de que o andar das apurações na Operação Confraria não respingue mais forte e alcance o governador Cássio pela condição siamesa.

Antes de mal entendido, quanto falo siamesamente, digo (escrevo) pela proximidade consolidada ao longo dos anos, portanto, ao grupo é dado também a advertência para que se prepare até para as emergências emergentes demais porque dos movimentos dados dependem muita gente nesta terra.

Em outras palavras, os esforços de Cássio são visíveis tanto quanto o risco ao redor de ver e conviver com adversidades jamais imaginadas, mesmo sendo difícil tratar assim e sem meias palavras do amigo/irmão duramente atingido pelos órgãos de fiscalização.

É por isso que, mesmo dolorosamente, mas já há conversas sutis, difíceis, gerando hipóteses as mais especiais possíveis para acionar como Plano B em caso de gravidade. Cícero quer e tem mérito no grupo para merecer solidariedade plena, mas tudo vai depender de outros valores e questões alheias ao domínio e querer do grupo.

A eleição de Santiago

A Grande Mídia, especialmente entre São Paulo e Rio, não se emenda nunca quando se trata de abordar temas em que algum paulista ou carioca perde na disputa para algum nordestino.

Isso pode ser aplicado objetivamente ao tratamento dado pelo Jornal do Brasil à vitória do deputado federal Wilson Santiago por ter sido eleito líder do PMDB na Câmara derrotando candidato de Garotinho e cia.

No JB, a eleição de Santiago foi tratada como matéria inconclusa e tal. Negativo. O parlamentar paraibano derrotou os cariocas, Temer, Gedel e cia.

Umas & Outras

…Um paraibano ilustre conhecido na área de comunicação está decidido a enveredar pelo mundo da exportação, a partir do Rio de Janeiro. O mundo político tem lhe cansado.

…O mundo dos solteiros ganhou recentemente dois novos integrantes: Alexandre Jubert e Ruy Dantas, ambos multimídias.

…Os balancetes comerciais dos Diários Asswociados na Paraíba têm “sensibilizado”o comando nacional sob influencia dos mineiros.

…Detalhe: sob liderança de Ceciio Fonseca, mas como fruto do reforço dado por Augusto Correia Lima no comercial.

…Quem tem se credenciado na diretoria nacional dos Correios é o ex-diretor regional Paraíba, José Pereira (Pereirinha), Não pára de trabalhar proativamente.

…A análise desta coluna sobre a lentidão do “Farol Digital” em João Pessoa mereceu dezenas de telefonemas e e-mails.

…Detalhe: nada contra ninguém, nem a coordenação (ao contrário), mas como advertência à cultura de ação lenta, nem a participação de todos.

Última

“Mentiras sinceras/ me interessam…

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