Caso Milce: Exames iniciais não apontam violência sexual em idosa encontrada morta em Bayeux

Instituto de Medicina Legal ainda aguarda exames complementares para definir a causa da morte de Milce Daniel Pessoa, de 72 anos.

dona milce

Os primeiros exames realizados no corpo de Milce Daniel Pessoa, de 72 anos, não apontaram indícios de violência sexual. A idosa foi encontrada morta em uma área de mata em Bayeux, na Região Metropolitana de João Pessoa, no dia 29 de abril.

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A informação foi confirmada pelo diretor do Instituto de Medicina Legal (IML) de João Pessoa, Flávio Fabres. “Ela não sofreu violência sexual. Através dos exames laboratoriais e da perícia, não temos elementos para afirmar violência sexual”, afirmou Flávio Fabres.

O exame toxicológico também teve resultado negativo. “Foi realizado um exame toxicológico para saber se houve intoxicação, e o resultado foi negativo”, explicou o diretor do IML.

Apesar dos resultados iniciais, a causa da morte ainda não foi definida.

“Não temos ainda a causa da morte. Estamos aguardando os laudos dos exames complementares. Mesmo com os exames, se não constar nada, pode-se dizer que a vítima teve causa da morte indeterminada”, disse Flávio.

Relembre o caso

Milce Daniel Pessoa estava desaparecida desde 22 de abril. Segundo as investigações, ela saiu de casa para acompanhar um amigo e vizinho em uma consulta médica no Hospital Metropolitano Dom José Maria Pires, entre Bayeux e Santa Rita.

No retorno, conforme o relato do homem à polícia, os dois teriam parado em uma área próxima ao bairro onde moravam para colher mangas. Ele afirmou que a idosa se afastou e não foi mais vista.

O corpo foi localizado pela Polícia Civil durante as buscas. A perícia constatou que ele estava em avançado estado de decomposição. No local, também foram encontrados itens compatíveis com os usados pela idosa, como uma pulseira, sandálias e uma calcinha próxima ao corpo.

Durante as investigações, peritos recolheram fios de cabelo e material semelhante ao tecido do vestido usado por Milce dentro do carro do homem que a acompanhava. Os vestígios foram encaminhados para exames laboratoriais.

O homem foi conduzido à delegacia para prestar depoimento e depois liberado. Segundo a Polícia Civil, ele foi ouvido por ter sido a última pessoa conhecida que esteve com a idosa antes do desaparecimento.

A Polícia Civil segue investigando o caso.

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