Procuradora do MPPB defende que ex-diretora do Hospital Padre Zé permaneça presa

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A procuradora Maria Lurdélia Diniz de Albuquerque, do Ministério Público da Paraíba (MPPB), recomendou que Jannyne Dantas, ex-diretora do Hospital Padre Zé, continue em prisão preventiva. Em um parecer enviado na última segunda-feira (22) ao desembargador Ricardo Vital de Almeida, do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), Lurdélia argumentou que há indícios suficientes de que Jannyne cometeu os crimes a ela atribuídos no âmbito da Operação Indignus.

Segundo a procuradora, a prisão de Jannyne é necessária devido à gravidade do crime. “A gravidade do crime e as circunstâncias fáticas apuradas exigem postura estatal enérgica, sob pena de imprimir nos agentes a sensação de impunidade. A liberdade, em tais casos, expõe a risco a ordem social. Devendo, portanto, ser mantida a prisão”, defende a procuradora.

Jannyne Dantas está presa desde novembro do ano passado, enquanto outras pessoas envolvidas, como o Padre Egídio de Carvalho e Amanda Duarte, foram liberadas ou cumprem medidas cautelares.

Maria Lurdélia rebateu ainda a alegação da defesa de que a prisão de Jannyne está prolongada além do razoável. “O processo está tendo a sua regular tramitação, dentro das peculiaridades decorrentes dos aspectos enfocados, de maneira que não vislumbro motivo idôneo para o relaxamento da prisão com base em excesso de prazo”, conclui.

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