Polícia Federal quer usar tecnologia para identificar impressora de onde saiu a ‘minuta do golpe’ apreendida na casa de Torres

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Equipes da Polícia Federal (PF) que apuram os atos terroristas do dia 8 de janeiro em Brasília, quando militantes bolsonaristas e de extrema direita depredaram as sedes dos Três Poderes, avaliam utilizar uma tecnologia que possibilita apontar de qual impressora saiu a chamada “minuta do golpe”.

O documento, que tinha como objetivo justificar um golpe de Estado no Brasil e impedir a posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), foi apreendido na casa do ex-ministro da Justiça e ex-secretário de Segurança Anderson Torres, preso por omissão no planejamento dos atos golpistas.

“Há um tipo de exame específico feito em sede de documentoscopia, a partir do bitmap da impressão, que torna possível identificar a impressora de origem do documento”, disse um dos investigadores, segundo o G1. A tecnologia em análise permite apontar de qual impressora saiu o documento, qual o modelo do equipamento e onde ele está instalado, como em algum órgão público.

“A hipótese de uso desse rastreamento ainda passa por uma avaliação técnica, em razão de uma questão prática: o exame só devolve um resultado preciso se a impressão tiver sido feita em impressoras de médio ou grande porte. Ou seja, a perícia não retornará um resultado de qualidade se a ‘minuta do golpe’ tiver sido impressa em um equipamento residencial”, ressalta a reportagem.

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