“Fundamentalismos ontem e hoje”, por Mª do Desterro Leiros da Costa; confira

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Os fundamentalismos proliferam nas mentes frágeis, manipuláveis e inseguras. Precisam de pessoas com inclinações ao fanatismo, para os quais os fatos são meros detalhes submetidos às narrativas daqueles a quem entregam irrestritamente as suas capacidades de análise e senso crítico. A Ética é relativizada e a Empatia é esvaziada dando lugar ao ódio e à violência contra o que é diferente.

É um sistema multifacetado disfuncional que sequestra a atividade lógica do Neocórtex – obra prima de Deus – submetendo-o aos medos, impulsos ancestrais e até rudimentares, das regiões Paleo e Arquiocorticais.

Nesta inversão da condição humana mais refinada residente no Neocórtex, principalmente nas regiões fronto-parieto-temporais, perde-se a paz e a serenidade e os circuitos da consciência buscam ansiosamente factóides criadores de uma realidade paralela, povoada por medos e quimeras. Desta forma, a realidade é um cenário manipulado pelos interesses daqueles nos quais os seguidores depositam uma fé cega.

É uma triste condição. Entristece o Criador que deu aos seres humanos o mais belo sistema racional da natureza. O sistema da Razão, da Ética, da Justiça e da Verdade.

Os fundamentalismos escreveram as páginas mais sangrentas da História da humanidade, particularmente as crudelíssimas guerras fraticidas religiosas de todos os tempos. Tristemente a humanidade não aprende com a própria História e parece sempre ávida para repetir os mesmos erros.

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