Para Professora Nini, quem ensinou a mim e Duda a ler e escrever
No mundo contemporâneo de tantos conflitos a afetar a humanidade eis que em pleno dia dedicado ao (à) Professor(a) ficamos a imaginar para onde estamos levando nossas novas gerações diante das incertezas frente também da importância tão fundamental deste personagem nas vidas da sociedade.
Nos últimos tempos, por exemplo, adotamos no curriculum dos jovens mais teses de empreendedorismo do que filosofia transformando a formação de jovens numa perspectiva de que todos possam (e não serão) ricos, e não profissionais com educação humanista para atender o futuro com solidariedade.
A introdução de games invariavelmente violentos tomaram o lugar de leituras de tantos valores literários e filosóficos porque uma banda do mundo resolveu atacar as boas práticas filosóficas demonizando quem, como Paulo Freire, sempre ensinou adotando raciocínio crítico sobre a vida e o lugar.
Ainda bem que, volta e meia, nos deparamos com ousadias, como aconteceu na Alemanha quando, na última eleição de Angela Merkel ela teve coragem e venceu a disputa afirmando que pagaria ao (à) Professor (a) o melhor salário porque era a profissão que ensinava a todas as demais.
Ainda bem que em muitos casos, como o nosso, eu e Duda, tivemos quem nos ensinou a ler e escrever com aulas práticas de matemática e português entendendo o significado da civilidade, do respeito humano entre as pessoas.
Em todo o tempo, a partir de Nini, foram nossos educadores quem nos deram régua e compasso com valores humanistas para estarmos aqui vencendo na labuta decente.
São noss(a)os Mestres à quem tanto respeitamos e dedicamos tamanha gratidão.
