Há em curso nos bastidores das negociações para uma solução no caso da reurbanização do Porto do Capim, no Centro Histórico, com abrigo de cerca de 500 pessoas, apontando avanços consistentes entre a PMJP, Ministério Público Federal e a comunidade capaz de resolver o drama habitacional mais imediato, mas é preciso admitir que a cidade aguarda solução visando usufruir também daquele patrimônio ambiental histórico e fantástico.
Antes de qualquer encaminhamento e/ou prospecção de futuro, é preciso deixar claro: felizmente as tratativas negociais para resolver definitivamente os anseios da população andam avançando de forma efetiva, algo positivo porque inexistia antes de Janeiro de 2021.
UM GRANDE PROJETO À VISTA
Resolvida esta questão social, também se faz indispensável servir-se da fase pós solução social, projetar uma ação arrojada para dar visibilidade a um plano de reorganização ambiental capaz de dessassorear os Rios Sanhauá e Paraíba, até gerar nova e moderna Sinalização de todo o trecho ( via Capitania dos Portos), além do envolvimento do Governo do Estado porque se trata de Rios em vários municípios – Santa Rita, Bayeux, João Pessoa e Cabedelo.
Aliás, a descida da João Suassuna pós Praça Antenor Navarro até se esbarrar na área do Porto do Capim ainda não teve oportunidade para impactar de forma extraordinária a convivência de toda cidade com o ambiente primeiro da Capital do Estado – algo que mudará a perspectiva socioeconômica pela importância histórica que se dará ao Centro Histórico com a reorganização.
TORCIDA PELA SUPERAÇÃO
Felizmente, voltamos a repetir, as negociações avançam para resolver em primeiro lugar a comunidade envolvida mas, também, ao conjunto da sociedade de João Pessoa como um todo.
